Juliana Marins pediu socorro por 14h após queda em vulcão, diz irmã

Mariana Marins revelou nesta sexta (11/7) que recebeu relatos e imagens de testemunhas que passaram pelo mesmo local onde a irmã caiu

atualizado

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Juliana Marins posa de óculos escuros e sorridentes - Metrópoles
1 de 1 Juliana Marins posa de óculos escuros e sorridentes - Metrópoles - Foto: Instagram/Reprodução

A família da publicitária Juliana Marins, de 26 anos, afirmou em entrevista coletiva nesta sexta-feira (11/7) que a jovem pediu socorro por, pelo menos, 14 horas após a queda que ela sofreu no Monte Rinjani, em Lombok, na Indonésia. A afirmação partiu da irmã da vítima, Mariana Marins, com base no que foi relatado a ela por testemunhas que estiveram no local.

Mariana diz ter recebido relatos de que turistas espanhóis que passavam pelo local às 8h54, no horário da Indonésia, ouviram os gritos de Juliana. Essas pessoas que faziam a trilha por onde a jovem passou repassaram, pelo perfil da publicitária nas redes sociais, a localização e uma imagem aérea do local.

“Nós recebemos uma foto, mas não dava para saber se era Juliana ou uma pedra. Mais tarde, com um vídeo de drone, conseguimos confirmar que era ela. Esse foi o primeiro registro que tivemos após a queda”, explicou a irmã.

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Juliana Marins
Irmã de Juliana Marins recorda fotos da infância e última despedida
Mariana recebe beijo da irmã, Juliana Marins
Ela estava na Indonésia
O caso teve repercussão nacional
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Estimativa feita por peritos brasileiros aponta que a publicitária pode ter sobrevivido por até 32 horas, após a primeira queda. Utilizando exames de entomologia forense, os profissionais chegaram a analisar larvas encontradas no corpo da vítima para chegar à estimativa do tempo de sobrevivência.

“Identificamos a espécie da larva, o tempo de postura dos ovos e, com isso, conseguimos estimar o momento da morte como sendo ao meio-dia do dia 22, horário da Indonésia”, disse o legista Reginaldo Franklin Pereira, da Polícia Civil do Rio, que concedeu a entrevista, ao lado da família.

Acidente e morte

O sepultamento do corpo de Juliana ocorreu na sexta-feira (4/7), no Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Inicialmente, o plano era fazer uma cremação, mas a família mudou de ideia, em virtude da judicialização do caso e possíveis desdobramentos na investigação.

Juliana Marins, de 26 anos, morreu após um acidente enquanto fazia a trilha do vulcão Rinjani, em Lombok. Ela deslizou por uma vala. A jovem viajou para fazer um mochilão pela Ásia e estava na trilha com outros turistas, que contrataram uma empresa de viagens da Indonésia para o passeio.

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