Juliana Marins morreu entre dois e três dias após queda, revela laudo

Publicitária Juliana Marins morreu enquanto fazia uma trilha de vulcão na Indonésia. Corpo da jovem passou por novo exame no Brasil

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Juliana Marins posa de óculos escuros e sorridentes - Metrópoles
1 de 1 Juliana Marins posa de óculos escuros e sorridentes - Metrópoles - Foto: Instagram/Reprodução

A morte da publicitária Juliana Marins teria ocorrido entre dois e três dias após a queda que ela sofreu na trilha do Monte Rinjani, na Indonésia. A informação consta na autópsia realizada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro e foi repassada pela polícia da Indonésia à corporação brasileira, conforme reportagem da TV Globo.

A família de Juliana chegou a acionar a Justiça, solicitando nova autópsia no Brasil, mas o governo se antecipou e decidiu pela realização do novo procedimento. A necrópsia foi feita, mas os legistas afirmaram que não foi possível identificar a possível data da morte da publicitária, em razão da condição em que o corpo dela chegou ao país.

O laudo realizado no Brasil aponta, conforme os dados da primeira autópsia, feita na Indonésia, que Juliana morreu entre 1h15 do dia 23 de junho e 1h15 do dia 24. Ela havia se acidentado na manhã do dia 21, mas o corpo só foi localizado na noite do dia 24.

Ainda conforme o laudo da polícia carioca, Juliana morreu em decorrência de múltiplos traumas que foram causados pela queda que sofreu. De acordo com a perícia, a causa imediata da morte foi  decorrente de lesões poliviscerais e politraumatismo. Os legistas apontaram que as lesões citadas podem ter sido causadas pela queda que a publicitária sofreu.

No laudo consta, ainda, que os peritos estimam em no máximo 15 minutos a sobrevida de Juliana após o impacto que lhe tirou a vida.

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Irmã de Juliana Marins recorda fotos da infância e última despedida
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Acidente e morte

O sepultamento de Juliana ocorreu na sexta-feira (4/7), no Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Inicialmente, o plano era fazer uma cremação, mas a família mudou de ideia, em razão da judicialização do caso e da possível necessidade de novas análises do corpo.

Juliana Marins morreu após um acidente enquanto fazia a trilha do vulcão Rinjani, em Lombok, na Indonésia. Ela deslizou por uma vala. A jovem viajou para fazer um mochilão pela Ásia e estava na trilha com outros turistas, que contrataram uma empresa de viagens da Indonésia para o passeio.

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