GO: influencer escapa de júri por falta de provas em caso de homicídio

Yeda Freitas era suspeita de envolvimento em um homicídio em 2022, mas juiz apontou falta de provas sobre participação dela no crime

atualizado

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1 de 1 imagem colorida yeda freitas - Foto: Reprodução/Redes sociais

Goiânia – A influenciadora Yeda Freitas, suspeita de ser cúmplice no assassinato de Douglas Henrique Silva, em março de 2022, não irá a júri popular por falta de provas do envolvimento dela no crime. A decisão foi publicada nessa quarta-feira (27/8) pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara.

Além dela, outras quatro pessoas respondiam pelo crime. Estas devem enfrentar o Tribunal do Júri. Conforme o magistrado, há provas da participação de Antônio Luiz de Souza Filho, conhecido como “Toinzinho”, Mateus Barbosa da Silva, Leandro Silva Rodrigues e José Camilo Pereira Bento no homicídio qualificado.

A falta de provas foi o que motivou o magistrado a determinar a impronúncia da influenciadora. “Não vislumbro arcabouço probatório suficiente para submeter a acusada a julgamento pelo Tribunal do Júri, ausentes os indícios de autoria/participação em seu desfavor”, pontuou Jesseir.

De acordo com o documento, essa decisão significa para Yeda o encerramento da “relação processual”. Nas alegações finais, o Ministério Público de Goiás (MPGO) havia se manifestado favorável à impronúncia.

Homicídio

De acordo com a Polícia Civil de Goiás, Douglas Henrique Silva foi morto em 14 de março de 2022 na Rua Anchova, Jardim Atlântico. Em maio de 2023, a Operação Omertà, da Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), prendeu Yeda e outros suspeitos de participarem do crime.

À época, a corporação explicou que a influenciadora se beneficiava financeiramente de um esquema de tráfico do qual o ex-namorado Antônio participava. Ainda de acordo com a corporação, para deixar de pagar uma dívida, o então namorado dela havia armado uma “emboscada” para a vítima.

Prisão

Segundo a PCGO, Yeda Freitas foi presa em maio de 2024 por simular um sequestro para extorquir o tio do namorado, em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital. Conforme a investigação, com o namorado, Gabriel Arantes, ela simulou o crime para extorquir R$ 1 mil da vítima e, assim, pagar o aluguel da mãe, que estava atrasado.

Segundo a polícia, o tio de Gabriel compareceu a uma delegacia para informar que o sobrinho estava encaminhando mensagens de áudio, afirmando que tinha sido capturado por policiais quando saía de um motel portando drogas. Dizia ainda que, para não ser preso, teria que pagar R$ 1 mil.

Mas Gabriel assumiu a autoria total do crime e afirmou que a namorada não tinha relação com o caso.

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