Influenciadora denuncia assédio em voo com destino a São Paulo

Influenciadora vinha de Angola em direção ao Brasil e relatou ter sido assediada por comissários de bordo

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influenciadora assédio voo
1 de 1 influenciadora assédio voo - Foto: Reprodução/Redes Sociais

Uma influenciadora e personal trainer denunciou nas redes sociais, nessa terça-feira (5/7), ter sofrido assédio de comissários de bordo em um voo entre Luanda, na Angola, em direção a São Paulo, no último domingo (3).

Taissa Tucci, de 30 anos, relatou que durante o voo da TAAG, uma linha área do país africano, ela foi abordada pelos comissários no caminho ao banheiro. “Eles comentaram que eu era muito bonita e eu falei obrigada. Então, eles perguntaram se eu era casada e eu falei que sou. Eles comentaram ‘ah, que pena pro seu marido, porque ele vai ter que dividir'”.

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Taissa Tucci afirma ter sido assediada verbalmente por comissários de bordo homens em voo de Luanda em direção a São Paulo
Empresa de linhas áreas resposável afirmou estar apurandoa denúncia
Personal trainer e influenciadora relatou em seu perfil no Instagram o assédio sofrido em voo
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Personal trainer e influenciadora relatou em seu perfil no Instagram o assédio sofrido em voo

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Taissa Tucci afirma ter sido assediada verbalmente por comissários de bordo homens em voo de Luanda em direção a São Paulo
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Taissa Tucci afirma ter sido assediada verbalmente por comissários de bordo homens em voo de Luanda em direção a São Paulo

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Empresa de linhas áreas resposável afirmou estar apurandoa denúncia
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Empresa de linhas áreas resposável afirmou estar apurandoa denúncia

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A influenciadora diz também que os homens comentaram “não gostar de uma coisa do Brasil”. Ela questionou o que era e eles afirmaram ser a Lei Maria da Penha, que protege mulheres contra a violência doméstica. “E eles falaram que não era assim, que essa lei não era boa para eles”, diz.

Segundo ela, a única comissária de bordo mulher estava próxima no momento da abordagem e não interveio. “Eu me senti impotente, porque eu não consegui nem responder. Eu fiquei com medo, não consegui levantar o resto do voo inteiro e ainda faltavam cinco horas de viagem. Tive que tomar remédio pra dormir.”

A TAAG Linhas Aéreas afirmou em nota que entrou em contato com a passageira assim que soube da ocorrência, abrindo uma investigação formal para apuração dos fatos. “A TAAG reforça seu compromisso com a segurança e com o respeito de todos os seus passageiros e reitera que não compactua com qualquer tipo de assédio, seja a bordo das aeronaves ou qualquer etapa da viagem”.

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