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Brasil

Homem finge roubo para desviar carga de R$ 200 mil em soja e é preso

Segundo a Polícia Civil, o preso é motorista de uma organização criminosa; a carga saiu de Rio Verde e iria para MG, mas foi desviada antes

Laura Braga13/04/2021 19:29
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Divulgação/Polícia Civil de Goiás
goias carga de soja foi desviada por motorista que faz parte de organização criminosa

Goiânia – Um homem de 38 anos foi preso em flagrante e autuado pelos crimes de adulteração de sinal identificador de veículo e receptação. O homem registrou uma ocorrência de roubo, no entanto, os policiais perceberam que a situação se tratava de estelionato. A carga de soja desviada está avaliada em R$ 200 mil.

De acordo com informações da Polícia Civil de Goiás (PCGO), o homem é motorista de uma organização criminosa e carregou a carga de soja na última quinta-feira (9/4), no município de Rio Verde, sudoeste do Estado. A carga deveria ser entregue em Minas Gerais, no entanto, não foi.

Segundo a PCGO, o condutor do caminhão ficou desaparecido por mais de 24 horas, e só apareceu para registrar a ocorrência de roubo no município de Bom Jesus de Goiás. Os policiais desconfiados e embasados na nova metodologia de registros de ocorrências no Estado, perceberam que, na verdade, o caso não se tratava de roubo e sim, de estelionato.

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A carga de soja saiu de Rio Verde e deveria ser entregue em Minas Gerais
Caminhão, que também estava com o motor adulterado, será devolvido
A carga de soja é avaliada em R$ 200 mil
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A carga de soja é avaliada em R$ 200 mil

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A carga de soja saiu de Rio Verde e deveria ser entregue em Minas Gerais
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A carga de soja saiu de Rio Verde e deveria ser entregue em Minas Gerais

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Caminhão, que também estava com o motor adulterado, será devolvido
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Caminhão, que também estava com o motor adulterado, será devolvido

Divulgação/Polícia Civil de Goiás
Esquema

A corporação afirma que este é mais um caso que, nos registros de ocorrências, os envolvidos coordenam suas ações envolvendo os motoristas, os intermediadores e os receptadores das cargas. Todos eles estariam à plataforma de contratação de fretes por aplicativos.

Conforme a PCGO, as vítimas contratam os motoristas sem a mínima consulta necessária no que tange às qualificações ou antecedentes dos profissionais contratados que, após realizarem o carregamento, entregam as cargas a receptadores.

O caminhão apreendido, ano 2020 e da marca Volvo, cujo valor aproximado é de R$ 350 mil, estava com o motor adulterado e será devolvido ao verdadeiro dono. “As investigações prosseguem a fim de localizar o receptador da carga, que pode ainda ser preso”, informa o delegado Alexandre Bruno de Barros, titular da Decar.

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