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Brasil

Hamburgueria lança lanche chamado de Maria da Penha e é detonada

Depois da reação negativa, a casa rebatizou o prato com o nome de Censurado

26/11/2018 13:53, atualizado 26/11/2018 14:33
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Hamburgueria lança lanche chamado de Maria da Penha e é detonada

A Kau Hamburgueria, da cidade de Salto (SP), causou polêmica nas redes durante o fim de semana. Ao lançar um novo hambúrguer – que leva alho-poró, bacon, muçarela e repolho-roxo –, decidiram batizá-lo Maria da Penha. Depois de uma reação furiosa no Facebook, a direção do estabelecimento decidiu trocar o nome do lanche para Censurado.

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Diante da reação dos usuários, o dono do estabelecimento, André Buzzo, apagou todas as páginas da hamburgueria das redes sociais. Em seu perfil no Facebook, publicou um texto sobre o ocorrido. “Tiramos a página do Kau e o perfil do Instagram do ar devido a ataques virtuais – para mim, é quase um vírus, onde o que importa é o engajamento e não a solução dada – que pensam que os meios justificam os fins. Me cobram respeito, e o que menos demonstram, é o requerido”, escreveu.

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Depois de críticas, a direção mudou o nome do lanche para Censurado
O nome original do lanche era Maria da Penha
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O nome original do lanche era Maria da Penha

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Depois de críticas, a direção mudou o nome do lanche para Censurado
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Depois de críticas, a direção mudou o nome do lanche para Censurado

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Lei
Sancionada em agosto de 2006 pelo ex-presidente Lula, a Lei Maria da Penha é um mecanismo de coerção da violência doméstica e familiar. O texto estabelece mecanismos de prevenção e punição deste tipo de ato, além de dispor sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

O nome da lei é uma homenagem a Maria da Penha Maia Fernandes, uma farmacêutica brasileira que sofreu duas tentativas de assassinato por seu marido, o professor colombiano Marco Antonio Heredia Viveros, durante a década de 1980. Por causa do grau de violência das agressões sofridas – na primeira vez, ele atirou nela; na segunda, tentou eletrocutá-la durante o banho –, ela ficou paraplégica. O agressor foi condenado em outubro de 2002, apenas seis meses antes da prescrição do crime.