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Brasil

Governo investiga 12 empresas por aumento abusivo no preço dos combustíveis

Segundo a Senacon, há aumento sem justificativa em sete estados. Empresas podem ser multadas em até R$ 14 milhões

21/09/2026 09:46, atualizado 21/09/2026 10:56
Kebec Nogueira/Metrópoles @kebecfotografo
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A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, instaurou 70 processos contra 12 empresas de combustíveis acusadas de aumento abusivo de preços. Os despachos foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (21/9).

De acordo com o órgão, foram identificados “indícios suficientes de elevação de preços sem justa causa” em sete estados, o que motivou a abertura das ações.

Também há registros de denúncias semelhantes em outras 15 unidades da Federação.

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Veja a lista das empresas investigadas

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  • Vibra Energia S.A.;
  • Ale Combustíveis S/A;
  • Larco Comercial de Produtos de Petróleo Ltda.;
  • Petrobahia S/A;
  • Royal Fic Distribuidora de Derivados de Petróleo S.A.;
  • Ipiranga Produtos de Petróleo;
  • Ciapetro Distribuidora de Combustíveis Ltda.;
  • Distribuidora de Combustíveis Masut Ltda.;
  • Centro de Serviços Frango Assado – Norte Ltda.;
  • Farol Comercial Ltda.;
  • Posto Priscila;
  • Posto Frango Assado Carvalho Pinto.
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Governo deu um prazo de 20 dias para as distribuidoras se explicarem.
Ações Processo inclui gigantes do setor como Ipiranga e Vibra
Governo abre investigação contra distribuidoras de combustíveis por "elevação de preços sem justa causa"
Governo abriu processo contra 70 distribuidoras
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Governo abriu processo contra 70 distribuidoras

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Governo deu um prazo de 20 dias para as distribuidoras se explicarem.
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Governo deu um prazo de 20 dias para as distribuidoras se explicarem.

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Ações Processo inclui gigantes do setor como Ipiranga e Vibra
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Ações Processo inclui gigantes do setor como Ipiranga e Vibra

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Governo abre investigação contra distribuidoras de combustíveis por "elevação de preços sem justa causa"
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Governo abre investigação contra distribuidoras de combustíveis por "elevação de preços sem justa causa"

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Entre as empresas investigadas, estão a Vibra Energia, a Ipiranga Produtos de Petróleo e a Ale Combustíveis. Juntas, as três distribuidoras respondem por aproximadamente 40,7% das vendas de gasolina C e 42,9% das vendas de diesel B no Brasil, de acordo com dados de 2024 do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

As companhias podem ser multadas em até R$ 14 milhões, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor (CDC). O governo deu prazo de 20 dias para as distribuidoras se explicarem.

Na semana passada, a ANP informou à Senacon ter recebido 330 denúncias relacionadas a possíveis aumentos abusivos de preço. As informações foram compartilhadas para subsidiar fiscalização e análise do comportamento dos preços no mercado.