Genial/Quaest: Daniel Vilela lidera votos em Goiás no 1º e 2º turnos
Pesquisa foi divulgada nesta quinta-feira (30/4), com dados coletados entre 24 a 28 de abril
atualizado
Compartilhar notícia

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (30/4) mostra que Daniel Vilela (MDB) lidera as intenções de voto para governador do estado de Góias no primeio e segundo turnos.
No primeiro turno, Daniel Vilela (MDB) lidera com 33% das intenções de voto. Em seguida, aparecem Marconi Perillo (PSDB), com 21%; Adriana Accorsi (PT); com 10%; e Wilder Morais (PL), com 9%.
Em um eventual segundo turno, Daniel Vilela (MDB) segue na liderança, com 46% das intenções de voto, enquanto Marconi Perillo (PSDB) aparece com 27%.
Ao comentar os resultados da pesquisa, o cientista político Felipe Nunes, CEO da Quaest, fez uma análise do cenário eleitoral para o governo.
“O maior desafio do ex-governador, Marconi Perillo, é diminuir sua rejeição pessoal (50%). Wilder, o nome de Bolsonaro na disputa, precisa se tornar mais conhecido (62% de desconhecimento). Daniel tem que manter o alto patamar de potencial de voto, mesmo aumentando seu conhecimento”, explica.
Avaliação governo
A pesquisa também apresenta a avaliação do governo do pré-candidato a presidente Ronaldo Caiado (PSD). Veja:
- Aprova: 84%
- Desaprova: 11%
- Não sabem ou não responderam: 5%
Senado
No cenário para o Senado, a pesquisa apresenta as intenções de voto estimuladas para senador, considerando a disputa por duas vagas no estado.
- Gracinha Caiado (União): 22%
- Vanderlan Cardoso (PSD): 12%
- Dr. Zacharias Calil (MDB): 11%
- Gustavo Gayer (PL): 10%
“Na disputa ao Senado, o destaque é Gracinha Caiado, com 22%, isolada na liderança. A segunda vaga está em disputa: Vanderlan tem 12%, Dr Zacharias tem 11% e Gustavo Gayer tem 10%. Os três estão empatados”, explica o CEO Felipe Nunes.
A pesquisa
A pesquisa, registrada no TSE sob o código GO-00211/2026, foi realizada pela Genial/Quaest de 24 a 28 de abril de 2026. Foram entrevistadas 1.104 pessoas com 16 anos ou mais em Goiás.
O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
