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Brasil

"Fui inábil ao usar a palavra CPI e depois circo", diz juíza do caso Henry

Ao reabrir sessão, a juíza afirmou que foi mal interpretada; cúpula da CPI diz que apresentará queixa contra a magistrada ao CNJ

Repórter de Brasil06/10/2021 17:39, atualizado 06/10/2021 18:12
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Aline Massuca/Metrópoles
“Fui inábil ao usar a palavra CPI e depois circo”, diz juíza do caso Henry

Rio de Janeiro – Juíza do 2º Tribunal do Júri, Elizabeth Machado Louro afirmou que foi mal interpretada ao usar a palavra CPI e depois “circo”. Ela se explicou ao reabrir a sessão para retomar os depoimentos das testemunhas de acusação do processo sobre a morte do menino Henry Borel.

“Estou comparando dinâmicas que são diferentes daqui e do tribunal. Na CPI, tem representante do povo e dos estados e lá acontece da forma que tem ser. Aqui não é dessa forma. Sou uma entusiasta da CPI, assisto e torço para ter resultado. Achei que fui inábil após usar a CPI e depois circo”, justificou.

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A mãe de Henry participa de julgamento nesta quarta (6/10)
Ruth Borges, tia do menino Henry, chega para o julgamento do caso
Avó de Henry aparece sozinha no corredor
Leonel Borel, pai de Henry
Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, no tribunal
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Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, no tribunal

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A mãe de Henry participa de julgamento nesta quarta (6/10)
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A mãe de Henry participa de julgamento nesta quarta (6/10)

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Ruth Borges, tia do menino Henry, chega para o julgamento do caso
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Ruth Borges, tia do menino Henry, chega para o julgamento do caso

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Avó de Henry aparece sozinha no corredor
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Avó de Henry aparece sozinha no corredor

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Leonel Borel, pai de Henry
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Leonel Borel, pai de Henry

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Representação da CPI

Após a primeira fala da juíza, nesta quarta-feira (6/10), a cúpula da CPI da Covid-19 afirmou que acionará a Advocacia-Geral do Senado Federal para fazer uma representação contra a juíza. Antes do intervalo do julgamento, a magistrada chamou o colegiado de “circo”. A queixa será protocolada no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“Aqui não é CPI. Aqui a gente está para ouvir a testemunha. Isso aqui não vai virar circo”, afirmou a magistrada nesta quarta-feira (6/10).

A manifestação provocou repúdio dos senadores. “Essa CPI não pode permitir, isso não pode ser aceitável. Assim como tivemos a firmeza necessária para expulsar até parlamentar, não podemos aceitar que tentem enxovalhar ou tumultuar o trabalho final da comissão”, criticou o vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

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