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Brasil

Flávio Bolsonaro diz que recebeu ameaça de morte e aciona Justiça

Senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro disse nas redes sociais que tratará a ameaça "com a seriedade que o caso exige"

06/01/2026 15:23, atualizado 06/01/2026 15:55
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Flávio Bolsonaro

O senador e pré-candidado à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse, nesta terça-feira (6/1), que acionou a equipe jurídica após ser alvo de supostas ameaças de morte.

O filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) falou, sem citar nomes ou episódios específicos, que está tudo “devidamente registrado” e sendo comunicado às autoridades competentes, “com a seriedade que o caso exige”.

“Minha equipe jurídica já acompanha a situação e todas as medidas legais cabíveis serão adotadas”, escreveu Flávio em publicação no X.

O Metrópoles entrou em contato com a assessoria do senador Flávio Bolsonaro, e com ele, para esclarecer quais foram os casos de ameaças relatados nas redes sociais. Até a publicação desta reportagem, não houve retorno. O espaço segue aberto.

Investigação de humorista

Mais cedo, a Polícia Legislativa passou a investigar o humorista Tiago Santinelli após ele pedir, nas redes sociais, para “desligarem” o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) “igual desligaram Charlie Kirk”, em referência ao ativista norte-americano morto em um comício.

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Em dezembro, Santinelli respondeu a uma publicação de Filipe Sabará, ex-estrategista de Pablo Marçal,  com Flávio Bolsonaro: “Seguindo a tradição, ele vai tomar uma facada quando?”. O comentário se refere ao atentado contra Jair Bolsonaro nas eleições de 2018.

Críticas por ação dos EUA

Como mostrou o Metrópoles, pelo menos quatro deputados governistas apresentaram denúncias à Justiça contra Nikolas Ferreira e Flávio Bolsonaro por falas sugerindo uma intervenção militar dos Estados Unidos no Brasil.

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias, enviou um documento à Polícia Federal (PF) pedindo a abertura de um inquérito policial para investigar os parlamentares pelos crimes de associação criminosa e abolição violenta do Estado de Direito.