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Farmacêutico pode ter registro suspenso após remédio errado matar bebê

Segundo o CRF-GO, Farmacêutico pode ter o registro suspenso. Bebê de dois meses morreu após ingerir colírio no lugar de remédio para enjoo

atualizado

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Reprodução/TV Anhanguera
goias bebe morre apos ingerir colirio
1 de 1 goias bebe morre apos ingerir colirio - Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Goiânia – O farmacêutico responsável pelo atendimento em que houve a venda de um medicamento por engano pode ter o registro profissional suspenso, de acordo com o Conselho Regional de Farmácia de Goiás (CRF-GO). O remédio em questão pode ter causado a morte de um bebê de dois meses, em Formosa, município goiano no Entorno do Distrito Federal.

Segundo o órgão, houve uma apuração no estabelecimento para saber se foi um atendente, balconista ou o próprio farmacêutico que realizou a venda. Mas, de qualquer forma, a responsabilidade é do profissional de Farmácia, responsável pelo treinamento e preparação dos demais funcionários. Conforme o CRF-GO, a confusão das embalagens que resultou na entrega do medicamento errado foi causada por alguém inexperiente. Entretanto, a receita estava legível, o que significa que não haveria motivo para erro.

O CRF-GO lamentou a morte da criança e anunciou a abertura de uma investigação interna. Segundo o órgão, o objetivo é avaliar e julgar o caso em questão. Caso seja comprovada a culpabilidade do farmacêutico responsável pelo atendimento, existe a possibilidade de suspensão ou até mesmo cancelamento do registro profissional do profissional, além de de uma multa, com valor ainda a definir.

 

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O nome do estabelecimento comercial não foi divulgado.

Vendido por engano

Um bebê de apenas 2 meses morreu por suspeita de ingerir um colírio. O medicamento teria sido vendido por engano em uma farmácia da cidade. A criança deveria ter tomado um remédio para evitar enjoo e vômito.

A criança morreu na madrugada de domingo (5/3). Segundo a Polícia Civil, o remédio receitado pelo médico corretamente, e que a criança deveria ter tomado, era para evitar vômito e enjoo, chamado bromoprida. No entanto, o medicamento vendido e consumido pelo bebê foi o “tartarato de brimonidina”, um colírio para o tratamento de glaucoma.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, um laudo preliminar apontou que a ingestão do remédio pode ter provocado a morte da criança, mas a afirmação só poderá ser dada após a conclusão dos exames.

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