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Brasil

Fachin no STF: "A divergência é legítima, o confronto pessoal, não"

O presidente do STF, Edson Fachin, abriu a sessão do plenário da Corte que julga se abre investigação contra Moraes

15/09/2026 10:47, atualizado 15/09/2026 11:02
Reprodução/TV Justiça
Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, abriu a sessão do plenário da Corte desta terça-feira (15/9), que decidirá se abre investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, e disse que o colegiado tem o “dever de conduzir este tribunal por um período difícil de sua história”.

Acompanhe o julgamento ao vivo pelo YouTube do Metrópoles.

Fachin afirmou que “a divergência é legítima, o confronto pessoal, não”, e ressaltou que a decisão do caso “pertence ao plenário, não a um ministro individualmente”.

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“São premissas simples, mas em momentos de tensão institucional, é necessário dizer o que deve orientar nossa atuação”, afirmou o presidente da Corte.

Em meio à tensão entre membros do STF, Fachin ressaltou que, “ao final, não será a posição individual de qualquer de nós que falará em nome do Supremo, será a decisão do Plenário”.

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“O País olha para esta Corte. A História também olhará para este momento. Hoje, não prestamos contas apenas aos nossos contemporâneos. Prestamos contas àqueles que nos antecederam e às gerações que nos sucederão”, disse Fachin.

A sessão do plenário desta terça-feira julgará se elementos reunidos pela Polícia Federal (PF) justificam a abertura de uma investigação sobre o ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do escândalo de corrupção do Banco Master.