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Brasil

Empresária vira ré na Justiça por morte em atropelamento proposital

Casal de mulheres foi atingido por carro guiado por Murielly, em frente a uma distribuidora. Bárbara morreu após ser prensada em pilastra

05/05/2022 15:44, atualizado 05/05/2022 15:59
Reprodução
Murielly atropelou matou distribuidora goiania goias (2)

Goiânia – A empresária Murielly Alves, de 27 anos, se tornou ré na Justiça pelo homicídio de Bárbara Angélica Barbosa, de 30 anos, e pela tentativa de homicídio da companheira dela, Kamylla Lima. Ambas foram atropeladas propositalmente por Murielly, na madrugada de 21 de abril deste ano, em frente a uma distribuidora de bebidas, no bairro Jardim Pompeia, região norte da capital de Goiás.

Murielly permanece presa. Ela já foi indiciada pela Polícia Civil e denunciada pelo Ministério Público. Nesta terça-feira (3/5), o juiz Eduardo Pio Mascarenhas acatou a denúncia. Dessa maneira, a empresária se tornou ré em um processo criminal, que deve tramitar com mais rapidez, já que ela está presa.

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Empresária de 27 anos é suspeita de matar mulher atropelada
Murielly Costa, 27 anos, foi presa em flagrante por atropelar mulher em distribuidora
Vídeo mostra empresária em distribuidora pouco antes de matar cliente
Bárbara e Paulo: Mortos por atropelamento proposital em Goiás
Murielly foi presa após atropelar e matar mulher em distribuidora
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Murielly foi presa após atropelar e matar mulher em distribuidora

Reprodução/Instagram
Empresária de 27 anos é suspeita de matar mulher atropelada
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Empresária de 27 anos é suspeita de matar mulher atropelada

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Murielly Costa, 27 anos, foi presa em flagrante por atropelar mulher em distribuidora
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Murielly Costa, 27 anos, foi presa em flagrante por atropelar mulher em distribuidora

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Vídeo mostra empresária em distribuidora pouco antes de matar cliente
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Vídeo mostra empresária em distribuidora pouco antes de matar cliente

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Bárbara e Paulo: Mortos por atropelamento proposital em Goiás
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Bárbara e Paulo: Mortos por atropelamento proposital em Goiás

Reprodução/Redes sociais

Para o Ministério Público, tanto no homicídio, como na tentativa, houve motivo fútil, com emprego de meio que resultou perigo comum e mediante recurso que impossibilitou a defesa das vítimas.

Dinâmica do crime

Segundo as investigações, Murielly chegou transtornada na distribuidora de bebidas por volta das 4h. Ela provocou clientes e chegou a agredir o filho do dono da distribuidora. Kamyla teria discutido com a empresária por causa disso e jogou um copo de cerveja na cabeça dela.

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Em seguida, a empresária entrou no carro e acelerou na direção de Kamyla e da companheira dela, Bárbara. Primeira a ser atingida, Kamyla foi arremessada para dentro de um açougue. Bárbara tentou entrar no veículo da empresária para tirar a chave e parar o carro, mas Murielly deu ré e em seguida atropelou Bárbara, que morreu no local.

Na denúncia, o promotor destacou a futilidade do crime: “O crime foi cometido em virtude de uma simples discussão banal, sendo possível que a situação fosse contornada por meios civilizados, o que revela futilidade na motivação, caracterizando a banalização da vida alheia”, escreveu o promotor na denúncia, Geibson Rezende. A investigação do caso foi feita pelo delegado Marcos Gomes. A reportagem tenta contato com a defesa da empresária.

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