Gleisi cancela reuniões de campanha e vai a velório de petista no PR

A presidente nacional do PT disse que Marcelo Arruda era “um amigo”. Líder do partido em Foz do Iguaçu morreu em festa temática pró-Lula

atualizado

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Gustavo Moreno/ Metrópoles
Brasília(DF), 23/02/2022 Luciana Lima entrevista Presidente do PT Nacional, Gleisi Hoffmann, na redação do portal Metrópoles. Foto: Gustavo Moreno/ Metrópoles
1 de 1 Brasília(DF), 23/02/2022 Luciana Lima entrevista Presidente do PT Nacional, Gleisi Hoffmann, na redação do portal Metrópoles. Foto: Gustavo Moreno/ Metrópoles - Foto: Gustavo Moreno/ Metrópoles

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PR), suspendeu os compromissos que teria neste domingo (10/7) com a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para viajar a Foz do Iguaçu, onde deve participar do velório e sepultamento do tesoureiro do PT, Marcelo Arruda.

Ele foi morto a tiros por um apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL), que invadiu sua festa de aniversário de 50 anos. O encontro tinha como tema o PT e fazia várias referências a Lula.

“Triste demais. Marcelo era um amigo também”, disse a deputada, ao Metrópoles, quando embarcava na tarde deste domingo para a cidade na fronteira com Argentina e Paraguai.

Gleisi informou, contudo, que as agendas de campanha de Lula, em Brasília, previstas para a próxima terça-feira (12/10), estão mantidas, apesar do clima de violência que tomou conta da pré-campanha.

O atirador foi identificado como Jorge José da Rocha Guaranho, que era agente penitenciário federal. Ele foi baleado pelo próprio Marcelo, que reagiu ao ataque.

Inicialmente, a Polícia Civil informou que o atirador, o policial penal Jorge José da Rocha Guaranho, tinha morrido após Marcelo revidar. Contudo, às 16h40, em coletiva de imprensa, a delegada Iane Cardoso informou que a polícia errou: o agressor estava vivo e foi levado ao hospital. Até a última atualização desta reportagem, ele estava internado.

“Mito”

Relatos ainda apontam que o policial penal entrou na festa gritando o nome de Bolsonaro e “mito”. Houve uma rápida discussão, e o homem chegou a sacar a arma e ameaçou a todos. Logo depois, ele saiu, dizendo que voltaria para matar todo mundo”. Minutos depois, o agente penitenciário chegou atirando no guarda municipal, que reagiu.

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O guarda municipal Marcelo Arruda era filiado ao PT e apoiador de Lula
Eles também vão cobrar uma posição da PGR em relação ao assassinato do petista por um policial bolsonarista
O guarda municipal Marcelo Arruda, candidato a vice-prefeito nas últimas eleições, foi assassinado durante sua festa de aniversário de 50 anos
Jorge José da Rocha Guaranho gritou "aqui é Bolsonaro", quando chegou atirando em festa, diz testemunhas
Nas redes sociais de Guaranho, existem várias referências ao presidente Jair Bolsonaro
Marcelo Arruda foi morto a tiros por bolsonarista durante festa com tema do PT
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Marcelo Arruda foi morto a tiros por bolsonarista durante festa com tema do PT

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O guarda municipal Marcelo Arruda era filiado ao PT e apoiador de Lula
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O guarda municipal Marcelo Arruda era filiado ao PT e apoiador de Lula

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Eles também vão cobrar uma posição da PGR em relação ao assassinato do petista por um policial bolsonarista
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Eles também vão cobrar uma posição da PGR em relação ao assassinato do petista por um policial bolsonarista

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O guarda municipal Marcelo Arruda, candidato a vice-prefeito nas últimas eleições, foi assassinado durante sua festa de aniversário de 50 anos
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O guarda municipal Marcelo Arruda, candidato a vice-prefeito nas últimas eleições, foi assassinado durante sua festa de aniversário de 50 anos

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Jorge José da Rocha Guaranho gritou "aqui é Bolsonaro", quando chegou atirando em festa, diz testemunhas
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Jorge José da Rocha Guaranho gritou "aqui é Bolsonaro", quando chegou atirando em festa, diz testemunhas

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Nas redes sociais de Guaranho, existem várias referências ao presidente Jair Bolsonaro
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José Jorge Guaranho é apoiador de Bolsonaro
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