Em Goiás, Ciro diz que Lula e Bolsonaro estão “estimulando o ódio”

O candidato do PDT à Presidência da República esteve em Trindade, região metropolitana de Goiânia, neste sábado (17/2)

atualizado 18/09/2022 13:43

Ciro Gomes em Goiânia Vinícius Schmidt/Metrópoles

O candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT) disse, neste sábado (12/9), que os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) “estão estimulando o ódio, as paixões despolitizadas, a mágoa e o rancor” na corrida eleitoral. Ele afirmou ainda que vê “com tristeza e preocupação” o risco de acirramento de violência no dia das eleições.

Ciro endossou as críticas aos principais adversários durante coletiva de imprensa, logo depois de chegar 1h30 atrasado a um encontro com apoiadores em um bairro na periferia de Trindade, na região metropolitana de Goiânia. Em seguida, às 13 horas, começou a discursar no evento, onde ficou durante 30 minutos, e seguiu com a agenda.

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O pedetista disse a jornalistas que Lula e Bolsonaro estimulam o acirramento da violência porque “eles estão protegidos dentro de suas bolhas, com aparelhos de segurança nas suas mansões de luxo”. “E o nosso povo é que está correndo o risco. Quero reconciliar o Brasil”, afirmou ele, apresentando-se como alternativa de voto ao nome dos líderes nas pesquisas eleitorais.

O presidenciável também manifestou apoio à reeleição do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), afirmando que “votaria nele”. Ciro pediu para a população não votar em corrupto ao ser questionado sobre voto útil.

“Voto útil é algo muito importante para votar contra os corruptos que infestam a vida brasileira. Voto útil, para mim, é isso. A gente não vota em corrupto, seja corrupto de esquerda, como Lula, seja corrupto de direita”, disse, antes de ter sua fala interrompida por aplausos dos apoiadores.

O candidato também defendeu a diplomacia depois do resultado das eleições. “A gente tem que fazer do debate uma luta em que, ao fim, a gente respeite a diferença um do outro, dê a mao e cumpra o vitorioso. E passe a oposição a fiscalizar e cobrar as promessas. Esse negócio de tentar destruir o adversário é que está causando esse ódio”, destacou.

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