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Educação

Campanha do MEC é acusada de racismo ao embranquecer mulher negra

A imagem de uma aluna negra é sobreposta por uma mão branca segurando o diploma: internautas se manifestaram contra o design da peça

Clara Campoli15/06/2019 10:07, atualizado 15/06/2019 13:08
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MEC/Reprodução
Campanha do MEC é acusada de racismo ao embranquecer mulher negra

Uma campanha publicitária do Ministério da Educação (MEC) está sendo acusada de racismo nas redes sociais. A peça fala sobre o prazo de inscrições para o Programa Universidade para Todos (Prouni) e mostra uma estudante negra entrando em uma universidade e, ao segurar o diploma, sua mão e o seu rosto ficam brancos.

Na peça, utilizada nos Stories do Instagram, o rosto da modelo negra é sobreposto por outra foto, de uma mulher branca. A imagem polêmica está em todas as redes sociais do MEC desde a última quinta-feira (13/06/2019) e vem sendo duramente criticada por internautas.

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A imagem é sobreposta por uma mão branca segurando o diploma
No Instagram, o rosto da modelo negra ainda é coberto por uma foto de uma mulher branca
A imagem está no Instagram, no Twitter e no Facebook do MEC
Nos Stories do Instagram do MEC, a estudante negra é a primeira imagem que aparece na campanha
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Nos Stories do Instagram do MEC, a estudante negra é a primeira imagem que aparece na campanha

Instagram/Reprodução
A imagem é sobreposta por uma mão branca segurando o diploma
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A imagem é sobreposta por uma mão branca segurando o diploma

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No Instagram, o rosto da modelo negra ainda é coberto por uma foto de uma mulher branca
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No Instagram, o rosto da modelo negra ainda é coberto por uma foto de uma mulher branca

Instagram/Reprodução
A imagem está no Instagram, no Twitter e no Facebook do MEC
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A imagem está no Instagram, no Twitter e no Facebook do MEC

Instagram/Reprodução

Em nota enviada ao jornal O Globo, o MEC afirmou que a campanha tem como objetivo “enfatizar que as oportunidades são iguais para todos os candidatos, e a linguagem escolhida foi a sobreposição de imagens que demonstram a variedade de cor, raça e gênero”.

Entre os críticos, está o professor Marivaldo Pereira (PSol-DF), candidato derrotado ao Senado nas eleições de 2018. “Um desrespeito à histórica luta de negras e negros contra o sistema para conseguir o seu diploma”, escreveu. Veja as reações:

https://twitter.com/araujolhermegui/status/1139869837247881223