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IBGE: inflação de novembro é de 0,18%, e índice caminha para meta

Índice foi divulgado nesta quarta-feira (10/12) pelo IBGE. Em 12 meses, índice acumula variação de 4,46%, dentro do teto da meta

atualizado

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Imagem colorida de conta de supermercado
1 de 1 Imagem colorida de conta de supermercado - Foto: iStock

Os preços de bens e serviços do país ficaram em 0,18% em novembro, após acelerarem 0,09% em outubro, aumento de 0,09 ponto percentual. Nos últimos 12 meses, a inflação acumula alta de 4,46%, ainda acima do centro da meta (3%), mas dentro do teto (4,5%).

No ano, o índice acumula alta de 3,92%. No mesmo mês de 2024, a variação foi de 0,39%. O cálculo do IPCA é subdividido em nove grupos. Destes, tiveram variação negativa: artigos de residência (1,00%), comunicação (0,20%), saúde e cuidados pessoais (0,04%) e alimentação e bebidas (0,01%).


O que é IPCA

  • O IPCA é calculado desde 1979 pelo IBGE. O índice é considerado o termômetro oficial da inflação e é usado pelo Banco Central para ajustar a taxa básica de juros, a Selic.
  • Ele mede a variação mensal dos preços na cesta de vários produtos e serviços, comparando-os com o mês anterior. A diferença entre os dois itens da equação representa a inflação do mês observado.
  • O IPCA mensura dados nas cidades, de forma a englobar 90% das pessoas que vivem em áreas urbanas no país.
  • O índice pesquisa preços de categorias como transporte, alimentação e bebidas, habitação, saúde e cuidados pessoais, despesas pessoais, educação, comunicação, vestuário, artigos de residência, entre outros.

Influenciaram para levar o indicador para cima os grupos de: despesas pessoais (0,77%) e habitação (0,52%), seguidos de vestuário (0,49%), transportes (0,22%) e educação (0,01%).

Os dados fazem parte do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, divulgado nesta quarta-feira (10/12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Veja a variação do IPCA por grupos:

Alimentação e bebidas: -0,01%;

Habitação: 0,52%;

Artigos de residência: -1,00%;

Vestuário: 0,49%;

Transportes:  0,22%;

Saúde e cuidados pessoais: -0,04%;

Despesas pessoais: 0,77%;

Educação: 0,01%;

Comunicação:  -0,20%;

 

Veja o impacto do IPCA por grupos:

Alimentação e bebidas: 0,00%;

Habitação: 0,08%;

Artigos de residência: -0,03%;

Vestuário: 0,02%;

Transportes: 0,04%;

Saúde e cuidados pessoais: 0,00%;

Despesas pessoais: 0,08%;

Educação: 0,00%;

Comunicação: -0,01%;

INPC tem alta de  0,03%

A inflação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) subiu 0,03%. Nos últimos 12 meses até novembro, o INPC acumula alta de 4,18%. No ano, o acumulado é de 3,68%.

Os produtos alimentícios passaram de 0,00% em outubro para -0,06% em novembro. A variação dos não alimentícios passou de 0,04% em outubro para 0,06% em novembro, segundo informou o IBGE.

O índice serve de referência para o reajuste do salário mínimo e de benefícios sociais.

O INPC é um indicador que mede a variação média dos preços de um conjunto específico de produtos e serviços consumidos pelas famílias com renda de 1 a 5 salários mínimos mensais.

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