“Crise do PSL não contamina Senado”, diz Mourão sobre Previdência

Ele acredita que os governistas não terão problemas para aprovar a reforma previdenciária, cuja votação está marcada para esta terça-feira

Marcelo Camargo/Agência BrasilMarcelo Camargo/Agência Brasil

atualizado 21/10/2019 21:25

O presidente em exercício, Hamilton Mourão (PRB), disse nesta segunda-feira (21/10/2019) que a crise envolvendo o PSL, partido do presidente da República, Jair Bolsonaro, não “contaminou o Senado”.

Dessa forma, ele acredita que os governistas não terão problemas para aprovar a reforma da Previdência, cuja votação em segundo turno está marcada para esta terça-feira (22/10/2019) naquela Casa.

Ao ser questionado se o racha na legenda poderia prejudicar o governo, o general se mostrou otimista: “Acho que não”, respondeu.

“A votação de maior interesse é amanhã, a da Previdência. O Senado parece que não foi contaminado ainda pela disputa no PSL. Acho que amanhã nós vencemos isso, e espero que daqui para o final da semana o PSL se reorganize e chegue a um acordo”, disse o presidente em exercício, ao deixar seu gabinete.

Mais cedo, antes da renúncia ao cargo de líder na Câmara por parte do deputado Delegado Waldir (GO) e da guerra de listas de apoiadores, ora para o ex-líder, ora para o filho do presidente (deputado Eduardo Bolsonaro), Mourão havia dito que a “bandeira branca” iria prevalecer no partido.

No entanto, houve pelo menos três listas de apoiadores, e a fissura no partido do presidente continua.

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