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Brasil

Com ou sem anistia? Oposição e esquerda fazem “guerra de cartazes”

Deputados federais protestaram com cartazes na Câmara. Enquanto governistas diziam "sem anistia", oposição pedia "anistia já"

19/02/2025 20:03, atualizado 19/02/2025 21:08
Reprodução | Vinícius Schimidt/Metrópoles
Com ou sem anistia? Oposição e esquerda fazem “guerra de cartazes”

A denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) está alterando a rotina da Câmara dos Deputados. Nesta quarta-feira (19/2), enquanto os governistas protestaram segurando cartazes com a frase “sem anistia”, os deputados da oposição portaram placas com o escrito “anistia já” (veja vídeo abaixo).

Disputando atenção da imprensa que cobre o Congresso, tanto oposição quanto base governista marcaram pronunciamentos para a tarde desta quarta-feira (19/2). No Salão Verde da Casa Baixa, os parlamentares posaram com cartazes e dispararam palavras de ordem.

Confira essa disputa:

A sessão no Plenário dessa quarta-feira (19/2) chegou a ser suspensa após uma gritaria entre os deputados. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) precisou intervir e deu uma reprimenda pública nos deputados.

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Às quartas-feiras a presença é obrigatória no Plenário da Câmara dos Deputados. A decisão do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) visa renunir os parlamentares em Brasília para discutir as matérias mais polêmicas.

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Denúncia da PGR

A PGR enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), na noite dessa terça-feira (18/2), denúncia contra Bolsonaro pelos crimes de liderança de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Ainda é imputado ao ex-presidente o crime de dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, considerou que o ex-presidente da República seria o líder de organização criminosa que atuou para planejar golpe de Estado que o manteria no poder mesmo após derrota para Lula (PT) nas eleições de 2022.