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Brasil

Caso Samylle: PCRS investiga outros familiares na morte da menina

O tio da menina, de 22 anos, está preso. Polícia do Rio Grande do Sul deverá concluir as investigações em até 10 dias

21/08/2026 11:02, atualizado 21/08/2026 11:41
Reprodução/Redes sociais
Imagme colorida,Menina de 4 anos chegou morta na UPA- Metrópoles

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul tem 10 dias para concluir a investigação sobre o assassinato de Samylle Valentina Borba Ramiro, de 4 anos, em Porto Alegre. A menina foi agredida até a morte na segunda-feira (17/8).

O tio da menina, Nicolas Gabriel Almeida Staubus, 22, foi preso nesta semana após confessar a violência.

Além do homem, outras pessoas da família podem ser consideradas suspeitas de participar das agressões, segundo a delegada Alice Fernandes, responsável pelo caso.

O atestado de óbito confirmou a causa da morte da criança como politraumatismo, ou seja, múltiplas lesões traumáticas em várias regiões do corpo.

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Nicolas Gabriel foi detido após ele e a companheira levarem a menina já morta, com manchas roxas e lesões, a uma unidade de saúde. Eles tentaram fugir em seguida, e o homem acabou preso.

Segundo a delegada, além das agressões, a hipótese de violência sexual contra a criança não é descartada e será confirmada ou descartada depois do resultado do laudo do Instituto Médico-Legal (IML).

Polícia Civil informou que tentará concluir o inquérito no prazo estabelecido, mas que poderá pedir prorrogação caso seja necessário.


Entenda

  • Menina Samylle, de 4 anos, foi levada à UPA pelos tios.
  • Ela estava morta e com marcas de agressões pelo corpo.
  • Casal fugiu após deixar o corpo da criança no local.
  • O tio da menina foi encontrado pela polícia e preso.
  • Exame constatou agressão e causa da morte de Samylle.
  • Polícia não descarta o envolvimento de outros parentes na violência.

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Criança foi espancada até a morte e deixada em hospital
Polícia investiga morte de menina de 4 anos
Tio da menina foi preso pela morte
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Criança foi espancada até a morte e deixada em hospital
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Criança foi espancada até a morte e deixada em hospital

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Polícia investiga morte de menina de 4 anos
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Polícia investiga morte de menina de 4 anos

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Chegou morta em UPA

Samylle deu entrada na UPA Bom Jesus, na zona leste de Porto Alegre, na madrugada de segunda-feira (17/8). A criança estava morta e com manchas roxas pelo corpo, que indicavam uma possível agressão.

Os tios, que haviam deixado a criança no hospital, fugiram após ouvir que uma das médicas acionou a polícia. Dias depois, a tia de Samylle se apresentou à polícia.

Em depoimento, ela contou que havia chegado do trabalho na madrugada de segunda, quando encontrou a menina saindo do banho. Nesse momento, ela percebeu que a criança tinha lesões pelo corpo e questionou o companheiro, com quem acabou discutindo.

De acordo com a delegada, depois da discussão, Samylle foi para o quarto. Algum tempo depois, a tia passou pelo cômodo e encontrou a menina deitada na cama, espumando pela boca. Neste momento, ela teria sido levada ao hospital.

Samylle morava com os tios e era acompanhada pelo Conselho Tutelar. A menina e a irmã, de 9 anos, foram afastadas da convivência com os pais em 2025, após suspeitas de violência sexual.