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Brasil

Caso Henry: "Mamãe não é boa, mamãe é má", disse o menino, segundo o pai

Pai e mãe da criança, Leniel e Monique ficaram frente a frente em audiência da morte de Henry, no 2º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro

Repórter de Brasil06/10/2021 20:07, atualizado 06/10/2021 21:54
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Aline Massuca/Metrópoles
Caso Henry: “Mamãe não é boa, mamãe é má”, disse o menino, segundo o pai

Rio de Janeiro – Frente a frente com Monique Medeiros na primeira audiência do caso Henry Borel no 2º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, o pai da criança, Leniel Borel, relembrou o dia anterior à morte do filho, quando deixou o menino com a mãe, no dia 7 de março, às 19h30.

Emocionado, ele contou que Henry não queria ficar na casa de Monique, onde ela morava com o ex-vereador e médico Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho. Os dois estão presos desde 8/4, acusados da morte da criança.

“Não dei o último dia para o meu filho. Ele disse: papai não quero ir. Quando o Henry se desesperou ao ver a Monique chegar, eu disse ‘vai com a mamãe’. Henry disse: ‘Não. Mamãe não é boa, mamãe é má'”, disse Leniel, o quarto ouvido na audiência desta terça-feira (6/10).

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Advogado da Monique chora durante depoimentos
Durante o depoimento de Leniel, ele e Monique choraram intensamente após o engenheiro relembrar um vídeo que gravou com o filho dois dias antes do crime. Na gravação, Henry cantava uma música católica
Monique chora em julgamento
Ela anota questões sobre a audiência em um papel
Em audiência, o pai falou sobre os medos relatados por Henry
Durante a audiência, Monique chorou no depoimento do delegado Edson Henrique Damasceno, quando ele lembrou as acusações contra ela
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Durante a audiência, Monique chorou no depoimento do delegado Edson Henrique Damasceno, quando ele lembrou as acusações contra ela

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Advogado da Monique chora durante depoimentos
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Advogado da Monique chora durante depoimentos

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Durante o depoimento de Leniel, ele e Monique choraram intensamente após o engenheiro relembrar um vídeo que gravou com o filho dois dias antes do crime. Na gravação, Henry cantava uma música católica
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Durante o depoimento de Leniel, ele e Monique choraram intensamente após o engenheiro relembrar um vídeo que gravou com o filho dois dias antes do crime. Na gravação, Henry cantava uma música católica

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Monique chora em julgamento
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Monique chora em julgamento

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Ela anota questões sobre a audiência em um papel
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Ela anota questões sobre a audiência em um papel

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Em audiência, o pai falou sobre os medos relatados por Henry
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Em audiência, o pai falou sobre os medos relatados por Henry

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“Luto por justiça”, disse pai de Henry no 1º dia de julgamento
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“Luto por justiça”, disse pai de Henry no 1º dia de julgamento

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O ex-vereador do Rio Jairo Santos Júnior, o Dr. Jairinho, é acusado de matar a criança
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O ex-vereador do Rio Jairo Santos Júnior, o Dr. Jairinho, é acusado de matar a criança

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Leniel Borel entra no 2º Tribunal do Júri do Rio para depor
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Leniel Borel entra no 2º Tribunal do Júri do Rio para depor

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Leniel Borel voltou a ficar frente a frente com Monique Medeiros, mãe do menino, presa pelo crime
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Leniel Borel voltou a ficar frente a frente com Monique Medeiros, mãe do menino, presa pelo crime

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Durante o depoimento de Leniel, ele e Monique choraram intensamente após o engenheiro relembrar um vídeo que gravou com o filho dois dias antes do crime. Na gravação, Henry cantava uma música católica.

https://youtu.be/IwjThlycZpQ

Ao responder às perguntas do promotor Fábio Vieira, Leniel relatou mais animosidade na relação. “Ela não me deixou ficar com o Henry no Carnaval. E uma semana antes falou que o Henry caiu da cama. A gente sabe que ela mentiu e levou o Henry no hospital”, afirmou o pai do garoto, referindo-se ao fato de o filho ter sido socorrido por estar mancando em razões das agressões praticadas por Jairinho.

Durante a audiência, Monique chorou no depoimento do delegado Edson Henrique Damasceno, quando ele lembrou as acusações contra ela. A todo momento, a mãe de Henry fez anotações em folhas de papel. Leniel relatou que soube que Monique tinha um novo amor, em referência a Jairinho, antes da separação.

Jairinho e Monique respondem por tortura e homicídio triplamente qualificado com emprego de tortura. Uma testemunha-chave no processo é a babá de Henry, Thayna Oliveira, que confessou que Monique sabia das agressões que o menino sofria do padrasto. Antes não localizada, ela foi à audiência para depor.

O menino colocava em desenhos o que sofria em casa. As imagens foram mostradas para uma psicóloga que o acompanhava, que chegou a conversar com Monique sobre o assunto.

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