Cármen Lúcia rebate advogado e nega que TSE defendeu voto impresso

A declaração foi feita durante o julgamento do núcleo 4 da trama golpista nesta terça-feira (14/10)

atualizado

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A ministra do STF Cármen Lúcia
1 de 1 A ministra do STF Cármen Lúcia - Foto: Carlos Moura/SCO/STF

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), contestou, nesta terça, o advogado de um dos réus da trama golpista, após ser acusada de ter defendido o voto impresso enquanto presidente Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Apenas para dizer que, em nenhum momento — e tenho certeza de que o advogado não pretendeu, eu imagino, afirmar —, mas, para não deixar nem subliminarmente compreensível por alguém, foi dito expressamente, copiei: ‘O TSE mesmo pensou em voto impresso, e o Supremo disse: deixe isso para lá’. Copiei o que foi dito exatamente. Não é fato”, afirmou a ministra.

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Em seguida, completou: “É só isso. Eu só quero deixar claro porque o Supremo não disse ao TSE ‘deixa isso para lá’, porque o TSE, em hora nenhuma, chegou a este ponto. O Congresso Nacional, no exercício de suas competências, formulou normas, tentando restabelecer a impressão de voto. Isto veio questionado por ação ajuizada”.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou, nesta segunda, o julgamento do núcleo 4 da trama golpista. Nesse grupo estão os responsáveis por espalhar fake news durante as eleições presidenciais de 2022, na tentativa de atrapalhar a campanha.

Esse é o segundo grupo a ser julgado. Em setembro, o STF julgou o núcleo 1, apontado como o principal. Na ocasião, foram condenados oito réus, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), sentenciado a 27 anos e 3 meses de prisão, acusado de liderar a trama golpista, entre outros crimes.

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