Brasil concedeu 74 vistos a ucranianos fugitivos da guerra

Foram 74 vistos e 27 autorizações de residência humanitária, segundo Ministério da Justiça e da Segurança Pública

atualizado 12/04/2022 11:45

Refugiados ucranianos chegam de trem em estação de Krakov, na Polônia - Metrópoles

O Ministério da Justiça e da Segurança Pública anunciou que o Brasil acolheu 101 ucranianos. Em balanço divulgado nesta segunda-feira (11/4), o governo brasileiro anunciou que concedeu 74 vistos e 27 autorizações de residência humanitária.

Segundo os dados, em 2022 quatro ucranianos foram reconhecidos como refugiados no país e outros 37 aguardam resposta ao pedido em andamento.

A concessão de vistos e autorizações de residência humanitária foram facilitadas em março e atendeu às necessidades de ucranianos afetados pelo conflito.

Em relação aos procedimentos, o visto humanitário pode ser solicitado no exterior e permite a entrada no Brasil pelo prazo de 180 dias.

“Para conseguir autorização de residência por acolhida humanitária, é preciso ir em uma Unidade da Polícia Federal em solo brasileiro e solicitar a Carteira de Registro Nacional Migratório (CRMN)”, explica o ministério, em nota.

Já o refúgio é uma proteção internacional concedida àqueles que sofrem perseguição em seus países de origem por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas.

“O requerente pode receber Documento Provisório de Registro Nacional Migratório para identificação no Brasil enquanto estiver em tramitação o processo de refúgio, a ser julgado pelo Comitê Nacional para os Refugiados”, frisa.

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Guerra

A Rússia e a Ucrânia vivem um embate por causa da possível adesão ucraniana à Otan, entidade militar liderada pelos Estados Unidos.

Na prática, Moscou vê essa possibilidade como uma ameaça à sua segurança. Sob essa alegação, invadiu o país liderado por Volodymyr Zelensky, em 24 de fevereiro.

A guerra completa, nesta segunda, 47 dias. O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) discute a situação dramática que a Ucrânia está vivendo.

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