Boulos afirma que decisão de Dino "restabelece a autonomia dos Poderes"
A decisão do ministro do DTF Flávio Dino demanda a reinregração de Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência da PF

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, afirmou, nesta quarta-feira (9/9), que a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), “restabelece a autonomia dos Poderes”. Dino determinou a reintegração imediata dos delegados Andrei Rodrigues e Leandro Almada da Costa aos seus respectivos cargos na Polícia Federal.
Em publicação no X, Boulos afirmou que é inaceitável “qualquer interferência indevida no processo eleitoral”.
A decisão de Flavio Dino restabelece a autonomia dos poderes. É inaceitável qualquer interferência indevida no processo eleitoral. A eleição de outubro não é sobre o STF. É sobre o futuro do Brasil. Vamos limpar campo e debater o que importa: o fim da Escala 6X1, a soberania…
— Guilherme Boulos (@GuilhermeBoulos) September 9, 2026
O vice-líder do governo no Congresso Nacional, deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), também celebrou a decisão de Dino, que derruba o entendimento do ministro André Mendonça que determinou o afastamento dos servidores na terça-feira (8/9). “A decisão de Mendonça usurpava competência do presidente da República”, escreveu Lindbergh.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesURGENTE! Ministro Flávio Dino acaba de derrubar decisão ilegal e inconstitucional de André Mendonça e reintegra Andrei e Almada à cúpula da PF. A decisão de Mendonça usurpava competência do presidente da República. A decisão final agora será do Plenário do STF. pic.twitter.com/93i2hwJMRF
— Lindbergh Farias (@lindberghfarias) September 9, 2026
Decisão
Flávio Dino mandou reintegrar imediatamente, nesta quarta-feira (9/9), os delegados Andrei Rodrigues e Leandro Almada da Costa, aos cargos de diretor-geral da Polícia Federal (PF) e diretor de Inteligência Policial da corporação, respectivamente.

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Ver todasA decisão derruba o entendimento do ministro André Mendonça, que havia determinado o afastamento dos servidores nessa terça-feira (8/9). Dino salientou que a controvérsia deve ser analisada pelo Plenário do Supremo.
No documento, o ministro do STF destacou que o Partido Novo, autor do processo que levou Mendonça a afastar Andrei Rodrigues, não faz parte da ação penal e, por isso, não poderia requerer o afastamento do chefe da PF.



