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Bolsonaro: “Se alguma covardia acontecer comigo, continuem lutando”

Em agenda pública em Goiânia (GO), ex-presidente da República disse também ser “o político mais perseguido” do Brasil

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Elisama Ximenes/Especial para o Metrópoles
imagem colorida de jair bolsonaro em freira agropecuária, em goiânia
1 de 1 imagem colorida de jair bolsonaro em freira agropecuária, em goiânia - Foto: Elisama Ximenes/Especial para o Metrópoles

Goiânia – O ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) disse a apoiadores, nesta quinta-feira (19/6), que eles continuem “lutando”, caso ele seja preso. “Devemos continuar batalhando. Se alguma covardia acontecer comigo, continuem lutando, porque juntos mudaremos o destino do Brasil”, declarou ele, durante uma feira do agronegócio, realizada em Goiânia.

Bolsonaro discursou na Agrovem, ao lado do deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) e do senador Wilder Morais (PL-GO). Ele disse que “desistir não está” em seu vocabulário e voltou a falar em perseguição. “Eu duvido que alguém já viu um político ser mais perseguido do que eu aqui no Brasil; perseguido porque fiz a coisa certa”, declarou.

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Jair Bolsonaro na Feira do Agronegócio Agrovem, em Goiânia
Jair Bolsonaro na Feira do Agronegócio Agrovem, em Goiânia
Bolsonaro em feira de agronegócios em Goiânia
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Bolsonaro em feira de agronegócios em Goiânia

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Jair Bolsonaro na Feira do Agronegócio Agrovem, em Goiânia

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Réu por tentativa de golpe, o ex-presidente voltou a dizer que a investigação é “cortina de fumaça”. “Porque eu estava na Disneylândia no 8 de Janeiro”, declarou ele, referindo-se ao inquérito da suposta trama golpista, a qual teria sido iniciada ainda durante o seu governo, conforme as investigações.

Inelegível e réu

Bolsonaro está inelegível desde junho de 2023, por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele é acusado de ter praticado abuso de poder político e de ter utilizado indevidamente os meios de comunicação durante reunião realizada no Palácio da Alvorada, com embaixadores estrangeiros no dia 18 de julho de 2022.

Além disso, tornou-se réu no Supremo Tribunal Federal (STF), em março deste ano, após denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) por envolvimento na elaboração de uma suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

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