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Atirador tem 16 anos e usou arma do pai policial em ataque no ES

Atirador invadiu duas escolas e deixou ao menos três mortos em Aracruz (ES). Ele usava símbolo nazista em um dos braços

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Imagem colorida mostra suspeito de invadir escolas no Espírito Santo e matar três pessoas - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida mostra suspeito de invadir escolas no Espírito Santo e matar três pessoas - Metrópoles - Foto: Reprodução

O jovem responsável pelo ataque a duas escolas, no Espírito Santo, tem 16 anos e usou a arma do pai, um policial militar. Os detalhes do atentado que matou três pessoas, na manhã desta sexta-feira (25/11), foram confirmados pelos investigadores do caso em coletiva realizada à tarde.

Vídeo: veja momento em que jovem entra em escola e atira em vítimas no ES

O ataque contra duas escolas ocorreu em Aracruz. Foi com a arma do pai, uma pistola .40, que o adolescente abriu fogo nos dois centros de ensino. Ele também portava um revólver calibre .38 e usou o carro do pai para chegar e sair dos locais, sempre com a placa tampada.

O adolescente invadiu a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEFM) Primo Bitti, da qual era aluno no turno vespertino até junho deste ano, e a escola particular Centro Educacional Praia de Coqueiral, antes conhecida como Colégio Darwin.

Veja o momento do ataque:

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Câmeras de segurança flagraram o momento em que o atirador entra em uma das escolas, com um brasão vermelho em um dos braços. O governador do estado, Renato Casagrande, confirmou se tratar de um símbolo nazista.

O adolescente fazia tratamento psiquiátrico, mas não se sabe se usava medicamentos.

Ataque planejado

O atentado foi planejado por, pelo menos, dois anos. O delegado-geral da Polícia Civil do Espírito Santo, Darey Arruda, afirmou que o suspeito não tinha alvo definido. “Essas pessoas costumam ficar isoladas e se juntar a grupos extremistas”, explicou.

Após o ataque, ele voltou para a casa, deixou o veículo e saiu. Ele foi encontrado em uma outra casa da família, no mesmo município. “Ele confessou o crime à Polícia Civil, mostrou as roupas, as armas e como tudo foi feito”, afirmou o superintendente João Francisco Filho.

Segundo as autoridades, o jovem ficou calmo durante todo o processo. Os pais, em contrapartida, “estavam destruídos” e colaboraram com a corporação.

Vítimas

O ataque armado deixou, ao menos, três pessoas mortas: duas professoras, uma de 48 anos, que lecionava artes, e outra de 45, de matemática; e uma aluna, que ainda não teve a idade divulgada.

Seis das 13 pessoas feridas estavam hospitalizadas até o fim desta tarde, informou a Secretaria de Saúde. Entre os feridos há duas crianças — uma delas internada em estado gravíssimo.

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