Após ser solto, Queiroz pede exame de saúde para adquirir arma de fogo

Policial da reserva foi denunciado pelo Ministério Público como o operador do suposto esquema de rachadinha no gabinete de Flávio Bolsonaro

atualizado

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Fabrício Queiroz
1 de 1 Fabrício Queiroz - Foto: Reprodução/TV SBT

O policial da reserva Fabrício Queiroz, denunciado pelo Ministério Público como o operador do supsoto esquema de rachadinha no gabinete do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), pediu à Polícia Militar uma inspeção de saúde para avaliar se ele está apto a adquirir uma arma de fogo. A informação foi divulgada pela CNN Brasil.

O procedimento é necessário para que policiais da ativa ou da reserva comprem o armamento. A análise é feita por uma junta médica que avalia se o PM tem condições psíquicas e físicas para a aquisição.

No último dia 20, a junta médica da Polícia Militar considerou Queiroz apto a adquirir o armamento. Ainda não há esclarecimentos se a arma foi comprada.

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Fabrício Queiroz, nome ligado à família Bolsonaro
O ex-assessor Fabrício Queiroz é investigado pelo Ministério Público do Rio por suposta participação no esquema de rachadinha.
Fabrício Queiroz e Flávio Bolsonaro
Queiroz com o senador Flávio Bolsonaro e
Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz
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O ex-assessor Fabrício Queiroz é investigado pelo Ministério Público do Rio por suposta participação no esquema de rachadinha.

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Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz

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Prisão

Fabrício Queiroz foi preso nas investigações das supostas “rachadinhas” do gabinete de Flávio Bolsonaro. Em março, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu liberdade a ele e à mulher, Márcia Aguiar. Três dias depois, ele retirou a tornozeleira eletrônica.

O Ministério Público denunciou Queiroz por envolvimento com milicianos, entre eles o ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) Adriano Magalhães da Nóbrega.

O Capitão Adriano, como era chamado, é apontado como o chefe de um grupo de extermínio chamado de Escritório do Crime e foi morto em uma operação da polícia da Bahia em fevereiro de 2020.

O MP aponta ainda que Adriano possa ter transferido mais de R$ 400 mil para as contas de Fabrício Queiroz.

O Ministério Público afirma que Flávio Bolsonaro desviou mais de R$ 6 milhões dos cofres da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

A denúncia do MP está sob risco depois que o STJ decidiu anular as quebras de sigilo bancário e fiscal determinado no caso. Isso porque a acusação usa esses dados. A PGR recorreu dessa decisão para que o STF decida o caso.

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