Metrópoles - O mais acessado do Brasil
Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Após Monique Medeiros deixar presídio, Jairinho também pede liberdade

Advogados argumentam que ex-vereador, acusado de matar enteado Henry, é "uma pessoa com vínculos familiares sólidos" e "pai"

Karolini Bandeira01/09/2022 19:54, atualizado 01/09/2022 19:57
Metrópoles - O mais acessado do Brasil
Compartilhar notícia
Reprodução
Após Monique Medeiros deixar presídio, Jairinho também pede liberdade

Motivados pela soltura de Monique Medeiros, que deixou presídio no Rio de Janeiro na última segunda-feira (29/8), os advogados de Jairo de Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho, pediram ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a extensão dos benefícios ao ex-vereador.

No habeas corpus, a defesa solicita que o acusado, preso preventivamente, tenha os mesmos benefícios concedidos à mãe de Henry. Ou seja, que Jairinho também tenha a prisão revogada e responda o processo em liberdade.

Após Monique Medeiros deixar presídio, Jairinho também pede liberdade - destaque galeria
7 imagens
Mãe do menino Henry, Monique Medeiros deixa a cadeia no Rio
Após Monique Medeiros deixar presídio, Jairinho também pede liberdade - imagem 3
Jairinho depõe no TJRJ. Ele é réu, acusado de ter matado o menino Henry Borel
Leniel Borel, pai do menino Henry
Em 8 de março de 2021, Henry Borel, de 4 anos, foi levado ao hospital na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com diversas lesões graves pelo corpo. Na época, a mãe do menino, Monique, e o padrasto, Jairinho, disseram à polícia que ele tinha sofrido um acidente doméstico e precisava de socorro
Após Monique Medeiros deixar presídio, Jairinho também pede liberdade - imagem 1
1 de 7

Aline Massuca/Metrópoles
Mãe do menino Henry, Monique Medeiros deixa a cadeia no Rio
2 de 7

Mãe do menino Henry, Monique Medeiros deixa a cadeia no Rio

Reprodução / TV Globo
Após Monique Medeiros deixar presídio, Jairinho também pede liberdade - imagem 3
3 de 7

Aline Massuca/Metrópoles
Jairinho depõe no TJRJ. Ele é réu, acusado de ter matado o menino Henry Borel
4 de 7

Jairinho depõe no TJRJ. Ele é réu, acusado de ter matado o menino Henry Borel

Aline Massuca/Metrópoles
Leniel Borel, pai do menino Henry
5 de 7

Leniel Borel, pai do menino Henry

Aline Massuca/Metrópoles
Em 8 de março de 2021, Henry Borel, de 4 anos, foi levado ao hospital na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com diversas lesões graves pelo corpo. Na época, a mãe do menino, Monique, e o padrasto, Jairinho, disseram à polícia que ele tinha sofrido um acidente doméstico e precisava de socorro
6 de 7

Em 8 de março de 2021, Henry Borel, de 4 anos, foi levado ao hospital na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com diversas lesões graves pelo corpo. Na época, a mãe do menino, Monique, e o padrasto, Jairinho, disseram à polícia que ele tinha sofrido um acidente doméstico e precisava de socorro

Reprodução redes sociais
Henry Borel
7 de 7

Henry Borel

Reprodução/ redes sociais

O ex-vereador e Monique são acusados de torturar e matar Henry Borel, filho dela, em março de 2021. A criança morreu por hemorragia interna e laceração hepática provocada por ação contundente.

O que diz a defesa de Jairinho

Na decisão que revoga a prisão de Monique, o ministro João Otávio de Noronha afirma ausência de “fundamentos idôneos e suficientes que justifiquem a manutenção da custódia cautelar da paciente”. Diante disso, os advogados de Jairo argumentam que, em nenhum momento, o STJ estabeleceu distinção para os dois, e que ambos estão em situação igual.

Ainda segundo o documento, assim como a antiga namorada Monique, o ex-vereador foi alvo de “constrangimento ilegal”, uma vez que os elementos contidos na decisão liminar são de caráter objetivo.

Em outro trecho, o texto diz que Jairinho é “uma pessoa com vínculos familiares sólidos, responsável financeiro e emocional por dois filhos menores, sendo um autista, e pai de um filho maior de idade”.

MPRJ recorre

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) entrou com um recurso, nessa terça-feira (30/8), para que a ré volte para a cadeia. No despacho, o MP alega que o ministro liberou Monique sem sequer impor outras medidas cautelares.

Já na quarta (31/8), foi a vez de Leniel Borel, pai do menino Henry, tentar recorrer contra a soltura da acusada.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters