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Brasil

Mãe do menino Henry, Monique Medeiros deixa a cadeia no Rio

Monique foi hostilizada ao deixar o presídio e ouviu gritos de "assassina". Ela responderá pelo crime em liberdade após decisão do STJ

29/08/2022 16:25, atualizado 29/08/2022 18:12
Reprodução / TV Globo
Mãe do menino Henry, Monique Medeiros deixa a cadeia no Rio

Rio de Janeiro – Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, que responde a um processo por tortura e homicídio da criança, deixou, na tarde desta segunda-feira (29/8), o Instituto Penal Santo Expedito, em Bangu, na zona oeste do Rio

Ela deixou o local por volta das 16h05 e foi hostilizada por algumas pessoas, que gritaram “assassina” e bateram no carro em que estava. A mãe de Henry, que retornou à cadeia em junho deste ano, deixou a unidade prisional acompanhada de sua mãe, Rosângela Costa e Silva, e de seus advogados.

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Na última sexta-feira, dia 26, Monique teve a prisão preventiva revogada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A decisão foi do ministro João Otávio de Noronha, que entendeu que há ausência de “fundamentos idôneos e suficientes que justifiquem a manutenção da custódia cautelar da paciente”.

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Mãe de Henry Borel, Monique Medeiros deixa a 16ª DP (Barra da Tijuca)
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Monique Medeiros deixa o presídio no Rio
Monique Medeiros em sessão de julgamento da morte do filho Henry
Semanas antes do crime ocorrer, a babá que cuidava de Henry alertou Monique, por mensagem, sobre um episódio em que Jairinho se trancou no quarto do casal com o menino, que depois deixou cômodo alegando dores e mancando
Mãe de Henry Borel, Monique Medeiros deixa a 16ª DP (Barra da Tijuca)
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Mãe de Henry Borel, Monique Medeiros deixa a 16ª DP (Barra da Tijuca)

Aline Massuca/ Metrópoles
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Monique Medeiros em sessão de julgamento da morte do filho Henry
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Foto: Aline Massuca/Metrópoles
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Arquivo Pessoal
A professora é acusada de matar o filho de 4 anos com o ex-namorado, o ex-vereador Jairinho
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A professora é acusada de matar o filho de 4 anos com o ex-namorado, o ex-vereador Jairinho

Aline Massuca/Metrópoles

Em abril, Monique teve a prisão preventiva substituída pelo monitoramento eletrônico por decisão da juíza Elizabeth Machado Louro, do II Tribunal do Júri, em razão de supostas ameaças recebidas no presídio. No entanto, um pedido feito pelo Ministério Público, para que ela retornasse ao sistema carcerário, foi deferido pela 7ª Câmara Criminal meses depois.

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Em nota ao Metrópoles, a defesa de Monique afirmou que a liberdade da professora “é um exemplo do seu comprometimento [Poder Judiciário] com a Constituição Federal”. Ainda de acordo com os advogados,  o “trabalho técnico, teórico e respeitoso é a base estrutural de toda atuação defensiva”.