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Brasil

Pai de Henry sobre soltura de Monique: "Mataram meu filho de novo"

Mãe é acusada de torturar e matar Henry Borel em 2021. Ela teve a prisão preventiva revogada na sexta-feira (26/8), por decisão do STJ

27/08/2022 09:57, atualizado 27/08/2022 14:09
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Foto: Aline Massuca/Metrópoles
O engenheiro Leniel Borel, pai de Henry

Leniel Borel de Almeida, pai do menino Henry Borel, afirmou que vai recorrer da decisão que revogou a prisão de Monique Medeiros na sexta-feira (26/8). Acusada de torturar e matar o filho em março de 2021, ela foi liberada para responder o processo em liberdade. A decisão é do ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). 

“É muito triste como pai lutar todo dia contra um sistema que beneficia o assassino em vez da vítima. Com a decisão do judiciário brasileiro sobre a soltura da Monique, mataram mais uma vez o meu filho”, afirmou Leniel ao jornal O Globo neste sábado (27/8). 

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Henry Borel Medeiros
Henry Borel e o pai, Leniel Borel
A professora é acusada de matar o filho de 4 anos com o ex-namorado, o ex-vereador Jairinho
Monique Medeiros chora durante o seu depoimento no julgamento do caso Henry
Leniel, acompanhado de amigos e manifestantes pedindo Justiça
Henry Borel Medeiros com o pai, Leniel Borel de Almeida Júnior
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A professora é acusada de matar o filho de 4 anos com o ex-namorado, o ex-vereador Jairinho
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A professora é acusada de matar o filho de 4 anos com o ex-namorado, o ex-vereador Jairinho

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Monique Medeiros chora durante o seu depoimento no julgamento do caso Henry
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Monique Medeiros chora durante o seu depoimento no julgamento do caso Henry

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Leniel, acompanhado de amigos e manifestantes pedindo Justiça
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Leniel, acompanhado de amigos e manifestantes pedindo Justiça

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No texto que revoga a prisão da ré, o magistrado afirma que não existem “fundamentos idôneos e suficientes que justifiquem a manutenção da custódia cautelar da paciente”. Embora a mãe do menino esteja solta, o outro réu no processo, Jairo Souza Santos Júnior, o Dr Jairinho, segue preso.

Essa não era a primeira vez que Monique Medeiros tentava deixar a prisão. Na última terça-feira (23/8), o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido de habeas corpus para ela.

Na decisão, ele alegou que a gravidade do crime e necessidade de garantir a aplicação da pena eram motivos para mantê-la detida.