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O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), criticou, nessa sexta-feira (17/4), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou a lei que proíbe cotas raciais em universidades catarinenses inconstitucional. Nas redes sociais, o governador negou que ela extinguia as cotas, mas que a melhorava.
A Lei nº 19.722/2026 havia sido aprovada pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) no final de 2025 e sancionada pelo governador Jorginho Mello (PL) em janeiro. No entanto, entidades, partidos e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acionaram o STF com a alegação de que a matéria era inconstitucional.
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