Anistia ou dosimetria? Oposição busca alternativas para Bolsonaro

Aliados querem insistir no perdão total, mas não descartam ceder e discutir uma redução robusta da pena de 27 anos do ex-presidente

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Senador Flávio Bolsonaro após visitar o pai, Bolsonaro, que está preso na superintendência da Polícia Federal. -113
1 de 1 Senador Flávio Bolsonaro após visitar o pai, Bolsonaro, que está preso na superintendência da Polícia Federal. -113 - Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsaki

Com o início do cumprimento da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a oposição no Congresso se divide entre os que defendem uma anistia total e os que aceitaram discutir apenas uma redução de penas.

O rompimento entre o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o líder do Partido Liberal na Casa, Sóstenes Cavalcante (RJ), deve postergar uma eventual votação. Diante do impasse, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) passou a conduzir a articulação da proposta com o relator do Projeto de Lei (PL) da Dosimetria, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP).

Aliados de Flávio afirmam que a prioridade é aprovar o texto original do projeto de anistia, apresentado por Marcelo Crivella (Republicanos-RJ). A proposta perdoaria todos os envolvidos em manifestações, direta ou indiretamente, a partir de 30 de outubro de 2022, data do segundo turno das eleições em que Bolsonaro perdeu a Presidência para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


  • Com o início da pena de Bolsonaro (PL), a oposição se divide entre anistia total e redução de penas.
  • Rompimento entre Hugo Motta e Sóstenes Cavalcante adia votação.
  • Flávio Bolsonaro assume articulação com o relator.
  • Prioridade é aprovar o projeto de Crivella, perdoando envolvidos em manifestações desde 30 de outubro de 2022.
  • Plano B prevê redução significativa das penas, caso líderes não concordem.
  • Condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses, Bolsonaro cumpre pena na Superintendência da PF.

Caso a articulação não convença os líderes partidários, a expectativa é avançar para o plano B: buscar uma redução significativa das penas dos condenados pela trama golpista.

Na terça-feira (25/11), o ex-presidente Jair Bolsonaro começou a cumprir sua pena na Superintendência da Polícia Federal (PF), onde estava preso preventivamente desde o sábado anterior (22/11). Ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de reclusão.

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