Acusados de roubo de 734kg de ouro em aeroporto de SP são condenados

Seis criminosos foram presos durante a investigação. Penas variam entre 24 e 43 anos.

atualizado

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Veículos disfarçados de viaturas da Polícia Federal, que foram utilizados no roubo de ouro no Aeroporto de Guarulhos.
1 de 1 Veículos disfarçados de viaturas da Polícia Federal, que foram utilizados no roubo de ouro no Aeroporto de Guarulhos. - Foto: Tv Brasil

Na noite de terça-feira (30/3), os seis homens acusados de roubar 734kg de ouro, 15,17kg de esmeraldas, além de 18 relógios e um colar avaliados em R$ 94 mil, foram condenados. O crime aconteceu em julho de 2019 e os pertences ainda não foram recuperados.

Marcelo Ferraz da Silva e Joselito de Souza foram condenados a 43 anos e dois meses cada um. Os dois foram responsáveis pela parte operacional do roubo, que envolveu a adulteração de carros da polícia e compra de armas.

Já Francisco Pasqualini, conhecido como Mente do Crime, recebeu a pena de 37 anos e sete meses. O criminoso já foi investigado por outros roubos e é integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital), organização criminosa de São Paulo.

Célio dias, que participou da subtração da carga, foi condenado a 31 anos e um mês. Já Peterson Brasil, que aliciou o funcionário do aeroporto e amigo de infância, Peterson Patrício, recebeu a pena de 37 anos e sete meses.

Peterson Patrício levou informações do aeroporto ao grupo e foi condenado a 24 anos e dois meses. O ladrão ameaçou desistir da operação, dias antes. Assim, para garantir a participação de Patrício no crime, o restante do grupo sequestrou um familiar dele.

Ao fim do roubo, o ladrão ainda chegou a se apresentar à polícia como um refém que conseguiu escapar da quadrilha.

O crime

No dia 25 de julho de 2019, os assaltantes entraram no aeroporto com carro caracterizado como da Polícia Federal e uniformes da PF. Com ameaças, o grupo forçou os servidores a colocarem os materiais na caminhonete.

Nesse momento, o grupo chegou a fazer Peterson Brasil como refém para despistar os demais funcionários.

Os criminosos, então, seguiram para um depósito. Depois, a carga foi levada até um estacionamento onde Célio Silveira trabalhava e seguiu para um lugar ainda não identificado, dentro de uma ambulância.

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