Quando o risco de morte pairou sobre os ministros do Supremo

Pelo visto, Deus ainda é brasileiro, mas já foi mais…

atualizado

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Igo Estrela/Metrópoles
Cerimônia posse do ministro Luiz Fux na presidência do Supremo Tribunal Federal STF
1 de 1 Cerimônia posse do ministro Luiz Fux na presidência do Supremo Tribunal Federal STF - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

Contribuição à história do golpe que não houve ou que foi abortado no dia 7 de setembro do terceiro ano atribulado do governo de Jair Bolsonaro, também conhecido como Jairzinho paz e amor quando os calos lhe apertam e ele se sente ameaçado.

Na véspera das manifestações financiadas com rios de dinheiro pelo governo e parte da iniciativa privada, o serviço de inteligência do Supremo Tribunal Federal aconselhou os 11 ministros a saírem de Brasília para não correr risco de morte.

Poucos o fizeram. Os que estavam em Brasília, permaneceram. Os que estavam fora, por lá ficaram. Graças às dimensões modestas dos atos, muito aquém do que Bolsonaro esperava, o pior não aconteceu. O papa é argentino, mas Deus é brasileiro! Já foi mais…

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