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PSB quer Lula nos palanques de Fernando Haddad e Márcio França

A receita deu certo em Pernambuco na eleição de 2006

atualizado 17/03/2022 8:36

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), participa nesta manhã de quinta-feira,10, no hotel Nobile Downtown, da reunião “Mulheres com Lula para reconstruir o Brasil”, organizada pela Secretaria Nacional de Mulheres do PT e pela presidente do partido, deputada Gleisi Hoffmann (PT). Foto: Fábio Vieira/Metrópoles Fábio Vieira/Metrópoles

Carlos Siqueira, presidente nacional do PSB, lavou as mãos. A candidatura de Márcio França ao governo de São Paulo só depende de França. Se ele não trocá-la pela candidatura ao Senado, o PSB o apoiará. Se trocar, o apoiará do mesmo jeito.

Mas se França insistir em ser candidato ao governo, o PSB levará sugestão a Lula. Nesse caso, por que Lula não repete a fórmula que usou na eleição para o governo de Pernambuco em 2006? À época, Lula, presidente, era candidato à reeleição.

PT e PSB estavam juntos no plano nacional, mas separados em Pernambuco. Ali, o PSB apoiava Eduardo Campos, neto do ex-governador Miguel Arraes, e o PT, Humberto Costa. Em comício na praia do Pina, no Recife, Lula pediu votos para os dois.

Fez mais do que isso: convidou os dois para o seu palanque e levantou os braços dos dois para deleite de uma multidão entusiasmada. Era preciso, segundo Lula, derrotar Mendonça Filho, candidato do PFL e da direita pernambucana.

No primeiro turno, Mendonça teve 39% dos votos válidos, Campos, 34% e Costa, 25%. No segundo, Campos se elegeu com 65% dos votos contra 35% de Mendonça. Este ano, Lula poderia repetir a dose em São Paulo com Haddad (PT) e França.

Bem, só resta combinar com Lula e com os eleitores de São Paulo.

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