Presença de G. Dias em CPI do DF foi “treino” para CPMI do Congresso
Governiistas gostaram do desempenho do militar, que foi convocado para comissão dos deputados e senadores
atualizado
Compartilhar notícia

A presença do general Gonçalves Dias na CPI dos atos golpistas da Câmara Legislativa do Distrito Federal, ontem, serviu como um “treino”, para o depoimento que irá prestar na CPMI do golpe do Congresso Nacional.
Para o pessoal do governo, o militar foi aprovado no teste e enfrentou os mesmos questionamentos pelos quais deve passar entre deputados e senadores bolsonaristas.
Até mesmo sua resposta e a admissão de que relatório sobre alertas do 8 de janeiro enviado a uma comissão do Congresso foi adulterado por ele, de fato, não desagradou aos governistas.
Ao contrário, entendem estar pronta sua resposta para essa questão.
Dias disse que o primeiro relatório enviado pela Abin (Agência Brasileira de Inteligência) não contemplava sua versão. Ele disse que nesse material aparecia “ministro do GSI”, sendo que ele não teria participado de sua elaboração.
“Eu não participei de nenhum grupo de WhatsApp, eu não sou o difusor daquele compilado de mensagens. Então, aquele documento não condizia com a realidade. Esse era um documento. Ele foi acertado e enviado” – afirmou G. Dias na comissão da Câmara Legislativa.


