Polícia bate à porta do PL mais uma vez
As principais notícias da manhã desta sexta-feira (19/12)
atualizado
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Polícia bate à porta do PL mais uma vez
Bom dia PF. Os deputados do PL carioca Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy são alvos da PF em operação contra desvios em cota parlamentar. Policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão, expedidos pelo STF, no DF e no Rio de Janeiro. PF apreendeu R$ 430 mil em quarto de hotel de Sóstenes Cavalcante.
Desvio de cotas: Dino cita “despesas inexistentes” e “indícios robustos” contra Sóstenes e Jordy. PF deflagrou, nesta sexta-feira (19/12), a Operação Galho Fraco, que aprofunda as investigações sobre o desvio de recursos públicos
Turma do PL só aumenta. Sóstenes e Jordy se juntam a Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) Bosco Costa (PL-SE) no time de deputados bolsonaristas que devem explicações sobre desvios de emendas. A diferença é que os três últimos já foram denunciados pela PGR
Minha casa, minha vida. Sóstenes afirma que R$ 430 mil encontrados pela PF são de venda de imóvel. “Aprendam uma coisa: dinheiro de corrupção não aparece lacrado, identificado e recolhido oficialmente na sua residência. Quem quer viver de corrupção, bota em outro lugar. Vendi um imóvel, o imóvel me foi pago com dinheiro lícito, está lacrado, tem a origem, então não tenho nada a temer”
Gestão de resíduos tóxicos. Centrão pressionou Motta a resolver cassação de Ramagem e Eduardo pela Mesa para evitar desgaste de deputados no plenário. Nos bastidores, a avaliação é que houve erro na estratégia adotada na semana passada com a deputada Carla Zambelli (PL-SP), quando o caso foi levado ao plenário. Levar os processos ao plenário, como chegou a ser cogitado, seria visto como um “tiro no pé” (G1)
TCU vê indícios de precipitação em liquidação do Master e dá 72h para BC se explicar. Em despacho, ministro do TCU Jhonatan de Jesus já considera expedir medidas cautelares contra o Banco Central
STF reconhece existência de racismo estrutural no Brasil e determina adoção de medidas. Ministros divergiram sobre ‘estado de coisas inconstitucionais’, mas concordaram sobre ações conjuntas. Corte fixou 12 meses para que governo federal revise Plano Nacional de Igualdade Racial (Folha)


