O recuo de Trump (de novo), a missão de Flávio e a “amnésia” de Moro
Entre as labaredas de Trump e o jogo de cena dos Bolsonaros
atualizado
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O mundo e o Brasil vivem dias de nervos expostos, onde a retórica agressiva muitas vezes serve de biombo para recuos estratégicos ou amnésias de conveniência. Lá fora, Donald Trump joga com o tabuleiro global como quem maneja um controle remoto, alternando ameaças de extermínio contra o Irã com cessar-fogos de ocasião – uma tática de imprevisibilidade que mantém aliados e inimigos em permanente estado de sobressalto.
Por aqui, o cenário não é menos sinuoso. Enquanto o clã Bolsonaro escala o “filho 01”, Flávio, para uma missão de pacificação e moderação com vistas a 2026, o governador Tarcísio de Freitas resolve lançar uma granada de efeito moral ao dizer que a reeleição faz mal ao país. Um movimento calculado? Sem dúvida.
E, para fechar o cerco das contradições, temos Sergio Moro. O ex-juiz que outrora apontou o dedo para as vísceras da interferência política na Polícia Federal, hoje parece preferir o silêncio ou a irritação diante de perguntas incômodas sobre seus novos-velhos aliados.
É sobre esse emaranhado de interesses e discursos que debruçamos nossa análise hoje. Confira:


