Nem a tentativa de uma Guerra santa salvou a CPMI do seu fim

Oposição tenta prorrogar comissão “na marra”, mas maioria do STF barra manobra política.

atualizado

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HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS - Metrópoles
1 de 1 Senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS - Metrópoles - Foto: <p>HUGO BARRETO / METRÓPOLES<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

A CPMI do INSS virou, ou sempre foi, palco de um teatro mambembe, onde até a religião acabou sendo usada como cobertor para desviar de seu propósito principal.

Carlos Viana, o senador que ainda deve explicações ao Supremo sobre o envio de milhões de reais em emendas para a Igreja da Lagoinha, agora adota uma postura complacente com os que tentam colar uma perseguição religiosa naqueles que não viram resultados gerados pela comissão.

No meio do bate-boca mais recente, surgiu a figura pitoresca de Sóstenes Cavalcante. O senador tentou colocar a investigação de lavagem de dinheiro como se fosse um ataque aos evangélicos.

Sim. Isso mesmo.

A estratégia é velha, mas segue sendo perigosa. Ao apontar o dedo para emendas mal explicadas, a esquerda não ataca a fé de ninguém, apenas aponta o dedo para quem usa o púlpito para lavar recursos que deveriam ir para o bem comum.

Misturar a devoção de milhões com as falcatruas de alguns poucos é um insulto à inteligência do eleitor e à própria religião.

Novamente: Quando os fatos apertam e a Polícia Federal bate à porta, a oposição saca a carta da “perseguição contra a família tradicional”. É uma cortina de fumaça espessa, alimentada por fake news, que tenta transformar o combate à corrupção em uma guerra santa imaginária.

E, diante da falta de evolução da CPMI do INSS e das distorções da mesma, o Superior Tribunal Federal barrou a prorrogação da mesma. Mas os vídeos para a campanha da oposição já estão a pleno vapor. Boa sorte para quem acredita.

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