Marina agradece a Deus retorno ao ministério e elogia Lula no G7

Em encontro com servidores do Ibama, ministra fez elogios à fala do presidente no Japão de que Brasil quer “exportar sustentabilidade”

atualizado

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Fernando Frazão/Agência Brasil
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, fala do Comitê Orientador do Fundo Amazônia no BNDES Lula - Metrópoles
1 de 1 A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, fala do Comitê Orientador do Fundo Amazônia no BNDES Lula - Metrópoles - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Num evento, nesta segunda-feira (22/5), no auditório do Ibama, apenas com servidores de sua pasta, a ministra Marina Silva (Meio Ambiente) celebrou com os presentes o Dia Internacional da Biodiversidade.

Não demonstrou em momento algum que esteja passando por alguma diferença com Lula. Ao contrário. Marina elogiou o discurso do presidente no encontro do G7, no Japão, se disse estar muito tranquila e agradeceu a Deus por ocupar a pasta pela terceira vez.

“Sou muito feliz e grata a Deus pela terceira vez estar neste lugar, de ministra do Meio Ambiente. Agradeço a vocês todos que se dispuseram a ajudar. Me sinto muito tranquila porque tenho pessoas gigantes me ajudando neste desafio”, assinalou Marina Silva.

Mais cedo, na Conferência Nacional do Bispo do Brasil (CNBB), a ministra disse que “destruir presente de Deus é ingratidão”, numa referência ao meio ambiente. Teve quem viu nessa frase um recado ao presidente.

Já no Ibama, Marina elogiou o discurso de Lula no G7, na referência e defesa que o presidente fez da preservação do meio ambiente.

“O discurso do presidente Lula no G7. Ele disse: ‘Pelo potencial que nós temos, de biomassa, de energia eólica, de energia solar e todas as nossas vantagens comparativas, até o fim do meu governo nós seremos o maior exportador de sustentabilidade’. Olha que coisa interessante. Essa é a visão que o mundo precisa e o Brasil precisa. Nós não queremos exportar o sangue dos nossos indígenas. Não queremos exportar a destruição das antas. Não queremos exportar a queima das nossas florestas. Queremos exportar é sustentabilidade.”

Mas, em entrevista, em Hiroshima, Lula sinalizou que pode apoiar a exploração de petróleo na Amazônia.

“Se explorar esse petróleo tiver problemas para a Amazônia, certamente não será explorado. Mas eu acho difícil, porque é a 530 km de distância da Amazônia. Mas eu só posso saber quando eu chegar lá (no Brasil)”, disse Lula.

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