
Flávio, um candidato à procura de uma vice
As principais notícias da manhã de quarta-feira (22/7)

Chapa do Eu Sozinho. A convenção do PL será no próximo sábado, dia 25 de julho, e dificilmente Flávio Bolsonaro anunciará sua companheira de chapa presidencial. Em baixa com o eleitorado feminino, o senador decidiu que será uma mulher. Daniella Marques, ex-presidenta da Caixa, depende da coligação com o Republicanos – um acordo distante. A senadora Teresa Cristina já disse que não embarca nessa canoa. As deputadas Julia Zanatta ou Bia Kicis aguardam o chamado, mas uma chapa pura do PL evidencia a incapacidade de Flávio construir alianças.
‘O problema não é ela, é o Flávio’. Matéria do Estadão mostra o diagnóstico da Faria Lima após visitas de Daniella Marques ao Itaú, BTG, XP e Eurasia. A viabilidade eleitoral de Flávio está em risco até no mercado financeiro.
Flávio diz confiar no sistema eleitoral, mas não corrige dado falso. Após relacionar, em ato com diplomatas, urnas brasileiras com venezuelanas, senador diz ter integral confiança no sistema eleitoral nacional
Flávio Bolsonaro surpreende aliados ao retomar discurso sobre urnas e provocou dúvidas sobre a estratégia de campanha.
Já no STF. Ministros do STF criticaram declarações de Flávio Bolsonaro sobre as urnas eletrônicas, diz G1. Eles as classificaram como ‘graves’ e ‘absurdas’.. “Para Gilmar Mesndes, usar relatórios estrangeiros para suspeitar das urnas é interferência indevida”
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesTarifaço dos EUA começa nesta 4ª (22/7). Veja itens taxados e isentos. Governo Trump deixou fora do tarifaço 2,1 mil produtos para evitar danos à economia dos EUA. Prejuízo pode chegar a US$ 11 bilhões. Tarifaço é ‘presente político’ de Trump a Lula, diz Washington Post.
Tarifaço: ministro diz que Brasil vai usar reciprocidade “quando for necessário”. Segundo Márcio Elias Rosa, reciprocidade “precisa ferir o adversário, não apenas irritá-lo”. Tarifa de 25% entrou em vigor nesta 4ª
Morre Luiz Carlos Barreto, lendário produtor, diretor e fotógrafo do cinema brasileiro, aos 98 anos. Barretão foi importante nome do Cinema Novo, trabalhando em clássicos como ‘Vidas secas’ e ‘Terra em transe’

