As frentes de ataque que sacudiram Brasília nesta semana política

Do preço do gás à soberania digital, o governo Lula reage às pressões internas e externas.

atualizado

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Ricardo Stuckert / PR
Presidente Lula
1 de 1 Presidente Lula - Foto: Ricardo Stuckert / PR

O cenário político ferve com novas movimentações que misturam soberania nacional, interesses estrangeiros e a sucessão presidencial de 2026. No programa “Noblat Blá Blá”, os temas foram bem comentados.

A defesa do Pix contra o Tio Sam

Lula reagiu com firmeza a um relatório do Congresso dos Estados Unidos que critica o Pix, alegando que o sistema brasileiro prejudica empresas de pagamentos norte-americanas, como Visa e Mastercard. O presidente foi direto: o Pix é do Brasil e não será alterado para satisfazer interesses externos. É a soberania digital batendo de frente com o lobby das gigantes globais.

O “entreguismo” como plataforma

A postura de Flávio e Eduardo Bolsonaro em relação aos EUA ressuscita aquela velha frase: “o que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil”. Flávio, em solo americano, acenou com a exploração de riquezas brasileiras em sintonia com interesses conservadores de lá. Parece uma tentativa de entregar o país de bandeja para garantir uma aliança política com o grupo de Donald Trump.

Combustíveis e a “cretinice” na Petrobras

Lula subiu o tom contra o leilão de GLP (gás de cozinha) feito pela Petrobras com preços acima da tabela. Chamou a manobra de “cretinagem” e ameaçou anulação. Além do viés social, há o componente eleitoral: o preço no bolso é o que dita a popularidade. Quem paga a conta das guerras externas e dos lucros excessivos não pode ser o povo pobre.

O figurino de Flávio para 2026

O senador Flávio Bolsonaro já ensaia o passo como pré-candidato à Presidência, tentando colar a imagem de moderado e focando no custo de vida. Mas o figurino aperta: falta profundidade econômica. Entre lojas de chocolate e imóveis em dinheiro vivo, ele vai precisar de muito mais do que um “Posto Ipiranga” para convencer o eleitor de que entende de gestão pública.

O choro de Eduardo e o medo do exílio

Eduardo Bolsonaro agora quer denunciar o TSE a um eventual governo Trump. No fundo, a fala revela um drama familiar: o desespero por uma anistia que reúna a família, hoje sob pressão judicial. É a política sendo usada como escudo para evitar o acerto de contas com a Justiça.

Confira:

 

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