Trump. De novo. Ameaça o Brasil (por Tânia Fusco)
Esse povo, ruim, tem método e nome – Eduardo e Flávio Bolsonaro unidos a seus bandits, thugs, bad guys and crooks.
atualizado
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E com a companhia e o apoio de filhos desta terra gentil, pretendendo ganhar eleição a qualquer preço – ainda que dificultando a vida de quem produz, de quem compra, de quem tenta tirar o pé da lama para viver um pouco melhor.
Esse povo, ruim, tem método e nome – Eduardo e Flávio Bolsonaro unidos a seus bandits, thugs, bad guys and crooks. Nada valentes senhores que, traindo seu país, insistem em lamber as botas do mais insano presidente dos Estados Unidos. Hoje, 62% dos americanos rejeitam Trump e sua administração. Mas ele segue ameaçando, assustando, assombrando o mundo
E que se lasque Brasil e seus cidadãos! Se lasque o Pix, a mais bem sucedida criação financeira made in Brasil, que facilita a vida dos brasileiros, mas atrapalha muito a vida dos cartões de crédito, americanos, e seus juros eternos e escorchantes.
Sufoco econômico, cara pálida. É o que tenta Mister Trump. Os boys Bozos também.
Enfim, tá puxado. Nem Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, está dando conta dos sufocos – internos e externos – impostos pela extrema direita, dia sim, dia também, ao Brasil.
O Cristo Redentor, parece, desistiu de lutar contra milícias, tráfico, além dos imbróglios da política do estado, enrolada até o tampo com a citada bandidagem local. Família Bolsonaro ali rachando o ponto.
Aqui, com a ajuda da trupe bandida interna e externa, a dança não é bolero. É um passo pra frente, dois pra atrás. Por ano, 20 mil crianças de adolescentes engravidam no Brasil. Muitas morrem porque seus corpinhos não estão prontos pra gestar e parir. Ontem o Senado brasileiro, em 2 minutos, votou para dificultar o aborto legal que a legislação garante a essas crianças.
Menores de 14 anos, muitas vítimas de abusos de adultos (inclusive e principalmente, gente da família ou próximas dela), não estão preparadas, nem têm condições físicas, emocionais e financeiras para encarar a tarefa sem fim da maternidade.
Mas o Senado brasileiro acha que as meninas violentadas podem e devem aceitar e arcar com as dificuldades de ser mãe – tão fora do tempo e sem desejar. Se morrem no meio do caminho, problema delas. Grande parte dos nossos senadores, que aqui chegaram com nossos sagrados votos, têm convicção – é Deus quem quer assim.
Se vão criar mal ou abandonam esses seus filhos indesejados, por incapacidades muitas de cumprir a tarefa de maternar, também será decisão divina. De novo, Deus seguiu querendo assim.
Deus deve ter deixado de ser brasileiro. Ou, desacorçoado, tirou férias. Não deu pra segurar a onda de, não bastasse tudo, ainda saber que 171.036 Medidas Protetivas foram emitidas em favor de brasileiras, ameaçadas por um homem – maridos, ex-maridos, namorados e outros próximos. O que não impediu que 399 mulheres fossem mortas, por homens, no território nacional, de janeiro a março deste ano. Uma a cada quatro horas. Tá puxado até pra Deus.
PS.: Boa notícia. Umazinha, que seja. O tema “Traição ao Brasil” bombou nas Redes Sociais. 78% das manifestações foram contra Trump e os bolsonaros, revelou o monitoramento da AtivaWeb Data Lab. A nova prometida taxação de 25% de Trump ao Brasil foi rejeitada e percebida como “conspiração e traição aos interesses nacionais por parte dos filhotes de Bolsonaro”.
Vai que isso dá uma aliviada no desânimo de Deus e Nossa Senhora Aparecida com o furdunço e os furdunceiros que nos assombram, diariamente.


