A semana em 4 atos: Pressão em Trump, fim da CPMI e Bolsonaro em casa
Como o lobby com Trump e o fiasco da CPMI mudaram o clima na capital federal
atualizado
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A política brasileira atravessa um momento de tensões externas e baixaria doméstica, onde o interesse público parece ser o último item da pauta. De conspirações em Washington a escândalos em motéis de Brasília, o cenário é de um pragmatismo feroz e, muitas vezes, vergonhoso.
A Conexão Washington: Sabotagem com “S” de Soberania
A notícia que sacudiu os bastidores foi revelada pelo New York Times: os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio e Eduardo, estão pressionando o governo de Donald Trump para classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
À primeira vista, pode parecer uma ofensiva contra o crime, mas a análise real é de uma sabotagem econômica deliberada. Classificar facções brasileiras como terroristas abre caminho para sanções contra bancos nacionais e até intervenções militares unilaterais dos EUA. O objetivo é claro: criar um caos econômico sob o governo Lula para favorecer a candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência. É o uso do estrangeiro para intervir na nossa eleição, um atentado direto à soberania nacional.
Michelle e a Estratégia da “Santa Mulher”
Enquanto os filhos do ex-presidente operam no exterior, Michelle Bolsonaro assume o papel de cuidadora e defensora do marido, que acaba de receber alta hospitalar para cumprir prisão domiciliar. Em declarações recentes, ela se coloca como a “vigilante” de Jair, pronta para renunciar a qualquer ambição pela família.
No entanto, essa postura parece incomodar os irmãos Bolsonaro que veem o protagonismo da madrasta como uma ameaça.
Confira na íntegra como foi o clima final desta semana:


