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Blog do Noblat - 22 anos

A semana do vale-tudo cobra caro da campanha de Flávio

Programa aponta desespero bolsonarista após enxurrada de denúncias e desafio ético

21/10/2026 09:00
Vittor Sales/Divulgação Campanha Flávio Bolsonaro
Imagem colorida mostra Flávio Bolsonaro - Metrópoles

Na transmissão ao vivo do Programa do Noblat, Ricardo e Guga dissecaram a nova onda de revelações e contradições que atingiram em cheio a campanha de Flávio Bolsonaro na reta final do segundo turno.

A bancada destacou o resgate de antigas postagens apagadas nas redes sociais em que Flávio e seu irmão Carlos chamavam o Bolsa Família de “bolsa farelo” e “bolsa vagabundo”, um contraste flagrante com a postura de agora, em que o candidato tenta jurar compromisso com os programas sociais.

Os analistas também abordaram a investida das bancadas do PT no Congresso, que assinaram pedidos de CPMI para investigar a lobista Roberta Luchsinger e Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), lançando o desafio para que a oposição fizesse o mesmo e apoiasse uma CPI sobre o Banco Master, Daniel Vorcaro e os desvios no INSS envolvendo o senador. O cerco se completou com reportagem apontando que o escritório de advocacia de Flávio emitiu R$ 13,7 milhões em notas fiscais suspeitas, além da formalização no TSE do termo de renúncia de sigilo de Lula e de seus familiares, mantendo Flávio isolado e sem resposta.

Por fim, o programa exibiu vídeos históricos de Flávio defendendo abertamente milícias na Alerj e debateu a explosão de doações empresariais milionárias para o candidato do PL.

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