A escolha patética do relator de Eduardo Bolsonaro

A nomeação do relator aliado de Eduardo Bolsonaro no Conselho de Ética é classificada como “patética”. Promessa de isenção falhou.

atualizado

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Hugo Barreto/Metrópoles
Eduardo Bolsonaro
1 de 1 Eduardo Bolsonaro - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

O processo que pode levar à cassação do mandato de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados ganhou um relator com um histórico que levanta sérias dúvidas sobre a imparcialidade do julgamento: Delegado Marcelo Freitas (União Brasil-MG).

A nomeação é vista por analistas políticos como uma presepada e uma farsa que esvazia a promessa de isenção feita pelo próprio presidente do Conselho.

Isso porque Marcelo Freitas é conhecido por seu alinhamento com pautas bolsonaristas, como a anistia ampla e o impeachment de ministros do STF. Além disso, o relator já declarou, em um vídeo ao lado de Eduardo Bolsonaro, sua fidelidade:

“Haja o que acontecer, nós estamos com o governo do presidente Jair Bolsonaro.”

A escolha de um aliado da família Bolsonaro para relatar um processo que pode punir Eduardo é, no mínimo, patético, já que o resultado final é visto como previsível: uma “passação de pano” no caso.

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