Salvos por doação de órgãos homenageiam doadora que morreu aos 16 anos
Mãe de Emily Matejovitz se reuniu com os três receptores em Michigan; jovem de 16 anos faleceu em dezembro de 2024 e salvou vidas
atualizado
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A norte-americana Emily Matejovitz, falecida aos 16 anos em dezembro de 2024, recebeu uma homenagem emocionante na semana em que se formaria no ensino médio, em Muskegon, Michigan. Descrita pela mãe como um “raio de luz”, a jovem havia optado por ser doadora de órgãos meses antes de morrer. No dia da celebração, as três pessoas que ela salvou viajaram para visitar a família da adolescente, proporcionando um encontro memorável mediado pela Gift of Life Michigan.
Entenda
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A escolha: Emily Matejovitz decidiu se tornar doadora de órgãos meses antes de falecer.
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O encontro: os três receptores de seus órgãos viajaram até Michigan para homenagear Emily no dia de sua formatura.
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O impacto: entre os beneficiados estão um jovem de 16 anos que recebeu o coração e uma criança de 4 anos que recebeu um rim.
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A conscientização: a organização responsável destaca que mais de 100 mil pessoas aguardam por transplantes nos EUA.
Para Rebecca, mãe de Emily, a experiência de conhecer os receptores foi incrível e traz conforto em meio ao luto.
“Sou grata pelos órgãos de Emily terem ido para pessoas maravilhosas e por sua doação ter realizado o que ela mais desejava, que era ajudar os outros. O fato de terem viajado tão longe para homenageá-la aqueceu meu coração. Tudo isso está me ajudando a juntar alguns dos pedaços depois que meu coração foi despedaçado”, desabafou.

O adolescente Landon Coleman, de 16 anos, que recebeu o coração de Emily, expressou sua gratidão durante o momento.
“Significa muito para mim conhecer as pessoas que criaram e amaram a pessoa que me deu uma segunda chance na vida. Espero que isso traga um pouco de paz para elas também”, afirmou Landon, que agora planeja tirar a habilitação e ir para a faculdade.

A mãe do pequeno Ripley Ferrell, de 4 anos, que recebeu um dos rins da jovem, também se emocionou com o encontro. “Ver o Ripley rir e estender os braços para dar um abraço apertado na Rebecca foi incrível. As pessoas costumam dizer que a doação de órgãos é o dom da vida. O que ela realmente proporciona é oportunidade”, celebrou Audra Ferrell, reforçando a importância do ato que hoje ajuda a ilustrar a fila de mais de 100 mil pessoas que esperam por um transplante nos Estados Unidos.