Saiba quem fez Meghan mudar de ideia sobre títulos de seus filhos
Dois membros reais teriam convencido Meghan Markle a mudar de ideia sobre a possibilidade de seus filhos garantirem títulos da realeza
atualizado
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A mudança de opinião de Meghan Markle sobre seus filhos ostentarem títulos reais partiu de um diálogo com dois membros da dinastia Windsor. Desde que o rei Charles III assumiu o trono inglês, a ex-atriz tem lutado para que seus herdeiros tenham direito aos títulos — mesmo que ela e o príncipe Harry tenham escolhido viver longe da monarquia e de seus papeis reais.
De acordo com o escritor real Neil Sean, a duquesa teve uma conversa com as princesas Beatrice e Eugenie e se deu conta de como os títulos fazem diferença em suas vidas. Além disso, o estatuto permite que parentes diretos do rei ou rainha carreguem a nomenclatura de Vossa Alteza Real (HRH, His Royal Highness).
Desde que deixaram a realeza, em 2020, Harry e Meghan apenas mantiveram as posições de duque e duquesa de Sussex, mas perderam o direito de carregar o HRH. Um ano depois de abandonar tais cargos, a duquesa revelou em entrevista à apresentadora Oprah Winfrey que “não tinha apego” a esses detalhes.
“É um apego que eu, pessoalmente, não tenho. Fui garçonete, atriz, princesa, duquesa… Mas sempre fui apenas Meghan”, disse.
Ainda que o casal tenha concordado com a decisão de abrir mão do status, a atitude teve um alto preço. Entre um dos benefícios perdidos, os duques deixaram de apresentar segurança disponibilizada pelo castelo e precisaram pagar pela proteção adequada.
Caso o rei Charles III realmente mantenha Archie e Lilibet com o título de Vossa Alteza Real, os príncipes poderiam contar com a assistência de segurança bancada pelo palácio, como acontece com as primas Beatrice e Eugenie.
Meghan em “guerra” contra Charles
A jornalista Samantha Maiden explicou, no entanto, que isso não pode acontecer e, por isso, Meghan tem travado uma disputa com seu sogro. “De maneira bastante direta, o rei Charles III não fez referência a isso em suas declarações públicas”, afirmou a comentarista sobre os motivos pelos os quais o soberano pode ser opor à decisão.















