Por que a obra de Sergio Camargo continua relevante atualmente
Sergio Camargo é um dos artistas mais emblemáticos para a entender a trajetória da história da arte brasileira
atualizado
Compartilhar notícia

Sergio Camargo, homenageado com uma exposição gratuita no Teatro Nacional realizada pelo Metrópoles, foi um escultor e artista plástico brasileiro de renome internacional. Suas obras contribuíram de forma significativa para movimentos como o constrituvismo e arte cinética, e exploraram a relação entre luz e sombra, tornando sua arte relevante até os dias de hoje para a história da arte brasileira.
Transparência – Projeto É Pau, É Pedra – Sergio Camargo
Renata Azambuja, pesquisadora em história e teoria da arte, curadora e arte educadora, acredita que as obras de Sergio Camargo continuam relevantes para arquitetos, designer e indivíduos que estudam a história da arte brasileira.
Sobre a relação com as novas gerações, a especialista afirma: “Sem dúvida, se as novas gerações estão atentas à história da arte brasileira, Sergio Camargo vai comparecer como uma das figuras emblemáticas para a entender a trajetória da história da arte brasileira”.


Sérgio Camargo x Brasília
Para Renata Azambuja, a relação de Sergio Camargo com Brasília concretiza essa importância. Isso porque o artista se relaciona muito com a arquitetura da capital federal. “Camargo faz pontes com essa ideia do concretismo e do construtivismo, que está por Brasília inteira”, explica ao Metrópoles.
Ela, então, acrescenta: “Eu não digo por todo o DF, mas pelo menos no Plano Piloto é possível ver vários prédios, os azulejos do Athos, as obras de Franz Weissmann e outras intervenções no espaço público. E isso, sem dúvida, faz uma grande referência.”

Segundo Renata, Sergio Camargo, sem dúvida, entra no hall de artistas que ajudaram a compor esse ideário modernista da capital.
Exposição É Pau, É Pedra…
A exposição É Pau, É Pedra…, do escultor Sergio Camargo, segue em cartaz até 13 de março, no Foyer do Teatro Nacional Claudio Santoro. Promovida pelo Metrópoles, a mostra conta com cerca de 200 obras, que estão separadas em núcleos — um convite para o público compreender a coerência e a amplitude da pesquisa do artista.
A realização da exposição reafirma o compromisso do Metrópoles com a difusão e valorização da cultura brasileira em suas múltiplas expressões. Ao ocupar um espaço de alta relevância simbólica e arquitetônica, o projeto amplia o diálogo entre arte contemporânea, memória cultural e vida urbana, consolidando o veículo como um agente ativo na promoção de experiências culturais na capital federal.
A exposição conta com o patrocínio dos Cartões Caixa e Visa Infinite, além do apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.
ServiçoExposição É Pau, é Pedra…, de Sergio Camargo, realizada pelo Metrópoles
Visitação de 10 de dezembro a 13 de março, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional
De quarta-feira a segunda-feira, das 12h às 20h (terça-feira fechado para manutenção do Teatro)












