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Vida & Estilo

Pneumologista recomenda trocar os lençóis da cama 1 vez por semana

Já a troca das toalhas de banho em geral deve acontecer a cada três a quatro usos, explica a médica pneumopediatra Thamyris Pessoa

10/07/2026 14:59
Canva
Pneumologista recomenda trocar os lençóis da cama 1 vez por semana

Quantas vezes você troca os lençóis da cama? E as toalhas de banho? Atentar-se a essas questões é de extrema importância para a saúde. Segundo a médica pneumopediatra Thamyris Pessoa, o ideal é trocar os lençóis uma vez por semana.

Já as toalhas de banho devem ser substituídas a cada três ou quatro usos.

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“Para minimizar exposição aos alérgenos, o cuidado de trocar os lençóis de cama uma vez por semana é indispensável, pois esse período é suficiente para o contato da roupa de cama com o suor, oleosidade da pele e secreções”, explica a médica, ressaltando que esse ambiente favorece a proliferação de ácaros.

A troca das toalhas de banho em geral deve acontecer cada três a quatro usos devido a umidade após o uso e resíduos da pele, que contribuem para o crescimento de fungos na toalha.

Toalha branca pendurada em box- Metrópoles

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Alerta

De acordo com a professora de medicina da Afya Unigranrio Barra, os cuidados para os pacientes alérgicos e com doenças como rinite precisam ser ainda maiores.

“Aeroalérgenos, como os ácaros, são os principais gatilhos para descompensar essas doenças alérgicas e provocar sintomas como espirros, prurido nasal e ocular e exacerbações da asma (a conhecida ‘crise de asma’)”, explica a profissional.

Escolha do tecido

Outro cuidado está na escolha do material da roupa de cama. A pneumologista Thamyris Pessoa recomenda dar preferência a tecidos de algodão na superfície, mas que tenham uma capa impermeável interna, diminuindo o contato da respiração e da pele com o colchão e o travesseiro.

“Além disso, o quarto deve ser o mais ventilado possível, evitar cobertores e decorações de pelúcia para não acumular poeira nos tecidos da roupa de cama, usar aspirador de pó regularmente, e sempre que possível, limitar acesso de animais de estimação na cama do paciente alérgico”, conclui.